WCMA 2019 – Os principais acontecimentos da 7ª edição

Como uma boa escola de negócios, a IBS Americas está sempre de olho nas iniciativas de personalidades e organizações referentes ao cenário internacional. Por isso, há 7 anos nasceu o WCMA, a premiação anual para prestigiar aqueles que apresentaram ações de destaque para o mercado internacional.

A sigla que dá nome ao evento significa World Class Management Award. A edição de 2019 aconteceu no Club Homs da Avenida Paulista e contou com cerca de 250 pessoas presentes.

Os prêmios são entregues a três categorias diferentes: Education, onde os nomeados são professores, Institution, nomeando empresas, e Executive, nomeando executivos. Os indicados às categorias do WCMA são escolhidos pelo público ou pelos alunos da IBS Americas e depois avaliados por uma comissão interna do evento. Este ano, os ganhadores foram: Professor Fábio Verruck, FIESP e a executiva Renata Campos.

Além do World Class Management Award, também aconteceu a premiação Academic Awards, homenageando os alunos de destaque dos cursos internacionais realizados pela IBS Americas em janeiro, julho e setembro de 2019.

Toda a renda obtida no WCMA foi destinada à ONG Arte Na Lata, que nos prestigiou com um show incrível! Abaixo, você confere fotos e vídeos:

Gostaríamos de agradecer à presença e colaboração de todas as pessoas presentes. Que o WCMA de 2020 seja ainda maior!


Você pode conferir todas as fotos do evento pelo álbum WCMA – 2019, no Facebook da IBS Americas. Clique aqui para acessar o álbum.

A Indústria 4.0: você está pronto para essa transformação?

Estudos e apostilas ensinam que passamos por 3 Revoluções Industriais: a primeira aconteceu com a invenção das máquinas a vapor e linhas de montagem, na segunda passamos a usar energia elétrica e combustíveis fósseis, e a terceira implementou a tecnologia e os sistemas computadorizados. Daqui a alguns anos os especialistas estudarão o período que vivemos agora, a Indústria 4.0.

A expressão nada mais é que outro nome para a 4ª Revolução Industrial, com a combinação de técnicas avançadas de produção e sistemas digitais inteligentes, gerando tecnologias autônomas capazes de se comunicar, analisar e usar dados para a elaboração de ações inteligentes no mundo físico. Essa tecnologia cria produtos e serviços mais adequados às necessidades e aos desejos do consumidor, fazendo com que a eficiência não precise ser atingida por um preço tão mais elevado.

A grande diferença entre esta e outras Revoluções Industriais é que a Indústria 4.0 tem como objetivo fundir o mundo físico, digital, virtual e biológico, criando uma realidade onde o ser humano, e não a máquina, é o centro das operações.

Para estar dentro dos padrões 4.0, uma empresa precisa adotar certas práticas, sendo elas:

  • Interoperabilidade: as máquinas, dispositivos e pessoas se comunicando pela Nuvem de Conexão e Internet da Coisas (IoT), ou seja, a interconexão digital de objetos cotidianos com a internet;
  • Descentralização: sistemas autônomos tomando decisões e realizando tarefas sozinhos;
  • Assistência técnica: sistemas digitais analisando informações sobre a fábrica e sugerindo soluções para problemas e sistemas ciber-físicos executando tarefas exaustivas ou inseguras no lugar de humanos;
  • Virtualização: sistemas que rastreiam e monitoram remotamente todos os processos da fábrica;
  • Capacidade em tempo real: sistemas especializados em análise de dados instantâneas para tomada de decisões em tempo real;
  • Modularidade: produção adaptada e dividida em módulos individuais para maior flexibilidade e automação dos processos.

No Brasil, a implementação desse modelo traria inúmeras vantagens, como ganhos de eficiência, redução nos custos de manutenção e menor consumo de energia. A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) estima que a migração da indústria brasileira para o modelo 4.0 reduziria gastos em R$73 bilhões ao ano.

A Volkswagen já começou a migração para o 4.0 e, desde então, o nível de automação nas fábricas aumentou de 50% para 70%, e o tempo de desenvolvimento de novos projetos reduziu em até nove meses.

Enquanto aos profissionais de hoje, a palavra é preparação. É preciso se preparar para carreiras que ainda estão nascendo, pois o futuro chegou, e ele é 4.0.



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Entrevistamos o Reitor da Pearson Business School: Will Holt!

Will é Reitor da Pearson Business School desde 2014. Responsável pelas operações da escola de negócios, trabalha diretamente com os alunos, equipe acadêmica e parceiros do setor, garantindo uma experiência única a cada um dos estudantes.

A sua paixão por educação e conhecimento fizeram com que ele chegasse até a Pearson College London. Will é especialista em ensino de contabilidade e finanças, possui bacharelado e mestrado na área de Negócios pela University of Birmingham e Montpellier Business School (ESC Montpellier) – confira mais no site da Pearson.

O seu background é visível em nosso bate-papo. Confira o que Will, Reitor da nossa universidade parceira, tem a dizer sobre a sua trajetória, a Pearson College London, o futuro dos negócios e seu conselho para os profissionais que almejam o sucesso!



Você possui mais de dez anos de experiência na área de Educação. Na sua visão, quais são as competências que os estudantes devem começar a desenvolver hoje, a fim de estarem preparados para o mercado de trabalho futuramente?

Uma das habilidades mais importantes para mim e para os professores da nossa instituição, é a agilidade. O que queremos dizer com isso? A habilidade em se adaptar para ter sucesso em ambientes onde a mudança é padrão, algo que acontece com frequência. Incorporar o conhecimento em diversas áreas para integrar tecnologias que ainda não existem, a fim de encontrar soluções futuras. Comunicar-se eficientemente – ter a capacidade de levantar e falar com públicos pequenos ou maiores.

Em uma perspectiva empresarial, nós achamos que há um ponto cego nos profissionais, onde a atitude está ali no fundo, porém, não de uma forma que agregue valor para a organização, e isso, às vezes, é um problema. Resumindo: a sua atitude, seu mind-set.



Atualmente você é Reitor da Pearson Business School. Qual atitude foi essencial para você chegar onde está hoje?

Eu acho que acima de tudo, acreditar. Acreditar que você pode fazer um bom trabalho. Sempre falo para os meus alunos e ex-alunos: caso você queira crescer em uma empresa, faça o que uma pessoa acima do seu cargo faz. Você começará a ser visto nessa posição. Eu acho que foi exatamente o que houve comigo, eu comecei a agir como Reitor da Pearson Business School mesmo antes de ter me tornado realmente o Reitor.



A Pearson College London é a única empresa do FTSE 100 que concede diplomas, ou seja, a única do ramo educacional que está de fato imersa na indústria. Como isso afeta a formação dos alunos?

Afeta em diversas formas. Tentamos trabalhar ao máximo nossa cultura profissional, criando um ambiente educacional único, onde isso influencie diretamente o modo como organizamos e entregamos nossos cursos. Todos nós passamos por um processo de avaliação e análise de desempenho, como uma empresa regular. Nossos professores são profissionais. Temos dois professores em nossa equipe que eram CFOde grandes empresas (Dell e Microsoft). Eles resolveram mudar de carreira, mas o background empresarial ainda está lá.



Por que escolher a Pearson College London ao fazer um curso executivo internacional?

Há um ditado que diz: “se você estiver cansado de Londres, você já está cansado da vida”. Londres é uma linda cidade! Há sempre algo para você fazer! Mas, além de todos os atrativos da cidade, a Pearson College London cria um ambiente de aprendizado profissional. Você terá a oportunidade de ter aula com profissionais que ensinam o que os livros não trazem num ambiente de trabalho.

Nós buscamos transmitir uma experiência bem imersiva, rica em diversos aspectos de negócios, além do contato que os nossos alunos possuem com os professores e palestrantes. Buscamos oferecer uma grande vivência cultural enquanto nossos alunos estão conosco em Londres.



Qual o seu conselho para o profissional que deseja alcançar o sucesso?

Eu acho que ser bem-sucedido é provavelmente sorte, muitas pessoas não gostam de admitir, mas sempre há elementos que influenciam isso. Estar no lugar certo na hora certa, por exemplo. Mas além de disso, trabalhe duro, tenha atitude. Proatividade é sempre bem visto em uma empresa. E procure suas oportunidades, não espere que algo aconteça.



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Entrevistamos nosso aluno da University of La Verne: Gustavo Lessa Moser!

Formado em Engenharia de Produção, Gustavo Lessa Moser, de 24 anos, mora em Copacabana e realizou o nosso programa Strategy & Marketing na University of La Verne em janeiro de 2017.

Educação e empreendedorismo conquistaram o seu caráter profissional – na faculdade se envolveu com monitoria, palestras e exerceu Domínio Adicional em empreendedorismo. Hoje, atua em uma empresa de coaching e treinamentos, “as pessoas são mais importantes que processos e se adaptar às mudanças ao longo do caminho é mais importante que seguir um plano” diz.

Confira agora o que nosso aluno tem a dizer sobre a sua experiência internacional!



Você estudou na University of La Verne em janeiro de 2017. O que essa vivência agregou em sua vida?

O conteúdo das aulas, o contato com pessoas de outros países, estudar em uma universidade que tem uma cultura muito diferente do meu país… tudo isso ampliou minhas perspectivas, me fez olhar por outros prismas.

Percebi que depende de mim correr atrás e fazer a diferença do que propriamente esperar que isso aconteça ou que outras pessoas me falem qual caminho seguir. Assim que voltei de La Verne, isso ficou muito evidente para mim.



Em relação aos professores do curso, o que te surpreendeu?

Duas coisas em especial. Eu gostei muito do professor de Marketing, Steve Fialho. Para mim, foi o melhor professor do programa! Ele é uma pessoa muito carismática e tem um jeito de dar aula que eu gosto bastante, que é um método um pouco mais puxado, de ir apresentando o conteúdo e deixar os alunos trazerem para a aula o que pensam, o que sabem sobre o tema. Isso me ajudou a ver com outros olhos o marketing.

Em relação a aula de Estratégia, o professor Douglas Chun fez com que tivéssemos contato com a cultura chinesa, que é mais disciplinada e pragmática. Alguns trabalhos que a gente fez foram voltados para o mercado chinês. Então, por exemplo, tínhamos que pensar em como a Coca-Cola desenvolveria um novo produto para aquela cultura. Tínhamos que pesquisar bastante, correr atrás, sabe? Foi muito legal!



Qual lugar você mais gostou de visitar na Califórnia?

Eu acabei ficando mais por Los Angeles. Gostei muito de conhecer o Píer de Santa Mônica. Aquele contato com as pessoas locais, turistas, a praia no final do dia com o pôr-do-sol e o parque de diversões ao fundo… aquela coisa bem americana, sabe? É muito legal sentir esse clima! Sou muito fã do basquete norte-americano, assisti uns quatro jogos de basquete no STAPLES Center. Curti bastante!



O que você espera para o futuro da sua profissão?

Olha, eu acho que vai estar totalmente diferente. O mais importante para o profissional será desenvolver capacidades. Imagino, inclusive, que os cursos não serão divididos em áreas muito específicas – as pessoas deverão desenvolver habilidades e competências. Uma empresa separada por setores, por exemplo, eu acho que isso tende a acabar. Serão times multidisciplinares, juntando diferentes áreas do conhecimento em prol de um mesmo propósito. Seremos um trabalhador do conhecimento e da criação, e não mais um trabalhador braçal. É óbvio que isso vai demorar muito! Mas os profissionais devem estar atentos.



O que você diria para alguém da sua idade que tem o sonho de estudar no exterior?

Eu diria que isso deveria ser uma prioridade. Na questão do idioma, por exemplo, hoje em dia é muito importante você se comunicar em inglês e ter acesso ao que há de melhor nas áreas do conhecimento. Eu, que gosto de tecnologia, não posso esperar a tradução para acessar um conteúdo, se não eu vou ficar para trás. Eu preciso aprender a consumir esse conteúdo em inglês. Não posso ficar alheio à economia da Europa, ao Brexit e como isso vai impactar o mundo. Diria que é muito importante priorizar uma experiência no exterior para você conhecer pessoas novas e expandir as suas perspectivas. Isso é cada vez mais importante!




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Se planeje e conquiste o seu curso internacional

Para algumas pessoas, é muito fácil se organizar e alcançar aquela meta sonhada. Mas nem todo mundo é assim. Às vezes, fazer um checklist ou até mesmo um post-it é necessário para não esquecer as tarefas do dia. Imagine então, para alcançar um sonho – estudar em uma universidade do exterior. Por isso, destacamos aqui, algumas dicas que farão você conquistar esse objetivo!



Defina a data

Chega de adiar. Escolha a data de uma vez! Você pode viajar daqui um ou dois anos, por exemplo. Desta forma, terá mais tempo para se programar e até mesmo pagar o seu curso. Mas defina no calendário dia, mês e ano. Isso tornará o seu objetivo mais real e toda a organização que vem a seguir parte deste momento.


O que é realmente essencial?

Saiba priorizar. Este momento também será de aprendizado e amadurecimento. Como envolve finanças, tenha certeza de que essa experiência será para a vida toda. Você nunca mais olhará seus gastos da mesma forma.

Então, é o momento de refletir e gastar o seu dinheiro somente com o que é essencial mesmo.



Faça a sua própria poupança

Pense por esse lado: quanto maior for a deadline da viagem, mais tempo você terá para guardar dinheiro e ter uma experiência tranquila financeiramente. De qualquer forma, procure separar uma quantia por mês – você pode abrir uma conta poupança, por exemplo.

Por esse motivo, o item abaixo é tão importante! Somente com uma boa pesquisa sobre o seu destino, você terá um entendimento sobre os gastos diários e final.



Pesquise sobre o destino

Esse processo é muito importante. Pesquise sobre o custo de vida, a cultura, o bairro que você pretende ficar, a economia do país, etc. Essas informações são importantes tanto pela questão financeira, quanto pela vivência. Você se sentirá mais seguro(a) com o máximo de informações possíveis do país.

Procure organizar o que você pretende fazer em cada dia da viagem e os gastos diários, assim você terá um controle maior sobre as suas finanças e não deixará de fazer as coisas que deseja.

  • Aplicativo Google Trips! Por ele você conseguirá organizar passagens, visitas, trajetos, pontos turísticos, et c. E tudo isso off-line, sem internet!
  • Para adquirir dólar mais barato, leia esse artigo, ele explica como consultar o ranking do site do Banco Central.
  • O aplicativo Google flights mostra os dias próximos em que as passagens estão mais em conta. Atualmente, companhias aéreas low cost estão crescendo cada vez mais, como a RyanAir e a EasyJet.
  • Avalie qual o melhor tipo de acomodação (Hotel x AirBnB), que vai lhe oferecer melhores condições de hospedagem, que está mais perto dos pontos que quer visitar etc.



Tenha foco

Sabemos que o mercado de trabalho está cada vez mais exigente e se especializar se tornou uma necessidade, então, tenha foco! O curso trará resultados significantes em sua vida profissional e acadêmica. Além de melhorar sua habilidade de se comunicar em inglês, permitir a experiência de conhecer e vivenciar outras culturas, te fazer estabelecer novas amizades que ampliarão o seu network e te farão se redescobrir.

O seu objetivo não é fácil. Requer disciplina e foco. Mas não tenha dúvidas de que irá valer muito a pena! Sem arrependimentos. Apenas a vontade de vivenciar tudo outra vez.



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Entrevistamos nossa aluna da CUOA Business School: Tierra Alexandreya Chess!

Tierra Alexandreya Chess, 21, nasceu em Nova Iorque e vivenciou a sua primeira viagem internacional com a IBS Americas, onde realizou o nosso curso International Management & Leadership, em janeiro de 2017 na CUOA Business School. Desde então, uma inquietação por conhecer novas culturas despertou – Tierra já visitou mais de 12 países e não pretende parar.

Confira a diferença que nosso programa fez em sua vida!



Você realizou o programa International Management & Leadership em CUOA, na Itália. Qual foi a experiência mais marcante que você teve?

Na Europa, nós podemos visitar quantos países quisermos. Isso não dá para fazer nos Estados Unidos. Além disso, o curso aborda assuntos que são atuais e importantes, como, por exemplo, lidar com negociações e principalmente, entender as pessoas e suas diferenças.



Qual foi o conhecimento obtido através dos professores que fez grande diferença em sua vida?

Os professores são de países diferentes, então houve muita diversidade. Pude fazer diversas perguntas sobre a cultura de cada um. Para dizer a verdade, tudo fez uma grande diferença na minha vida. Ir às Nações Unidas, aprender como conseguir um emprego lá, o contato que tivemos com os estudos de casos… tudo foi muito incrível!



Considerando a sua vida acadêmica, você se graduou na SUNY Plattsburgh, com diversos “minors” * em Economia, Finanças, etc. Por que você decidiu investir em um curso como os que a IBS AMERICAS oferece?

Os cursos estavam na minha grade de estudos, então pensei em obter créditos na universidade. Com a ajuda da IBS Americas, pude fazer isso em diferentes países e com diferentes pessoas. Valeu muito a pena! Espero que isso melhore o meu currículo e me ajude a arrumar um emprego em NY. O contato que tive com pessoas de mais de 10 culturas me ajudou muito!

*especializações



O curso trouxe novas perspectivas em sua área profissional?

Com certeza. Todo mundo sempre acha que o jeito deles de fazer algo é o melhor. Ir para a Itália me mostrou um cenário diferente. As pessoas agem e lidam com as coisas de outra forma. Essa experiência aumentou meus horizontes e me deu novas perspectivas. O que aprendi lá, geralmente, se aprende depois da faculdade e você tem que vivenciar isso por si mesmo.



O que você diria para alguém do seu país que está começando a ter o sonho de fazer um curso executivo internacional?

O mundo é muito grande. Há muito para aprender e vivenciar. Quando você visita outro país e conhece as pessoas, começa a entendê-las melhor. Eu reclamo muito do meu país, mas visitar outros países me fez dar mais valor ao meu.



Por que você escolheu a IBS Americas?

É engraçado, eu queria estudar no Havaí; estive lá por 6 meses e foi uma experiência um pouco ruim. Me falaram para não deixar de viajar pelo mundo, porque depois disso eu não queria mais. A reitora da minha universidade me apresentou a um aluno que viajou com a IBS, não era tão caro, minha universidade e minha mãe iriam me ajudar, pesquisei e pensei “ok, vou tentar”. Estou feliz por ter feito isso, pois aprendi muito. Agradeço até hoje por essa oportunidade.

A IBS Americas abriu os meus olhos para viajar. Atualmente tenho amigos de 10 países só por ter participado dos programas da IBS. É muito legal e gratificante ter essa conexão multicultural. Obrigada por isso, IBS!



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Entrevistamos nosso aluno da Pearson College London: Filipe Alves!

Filipe de Souza Alves, 26 anos, está, juntamente com seus familiares, à frente de uma empresa bem-sucedida: a Implantec Health Care Technology®, instituição que presta serviço para diversas áreas da Saúde. Com grande conhecimento em Estratégias de Negócios, é válido dizer que sua vocação vai além do acaso – está no sangue. Nascido em Belo Horizonte e cursando o último ano de Engenharia Civil na Universidade Federal de Minas Gerais, Filipe realizou o nosso programa Contemporary Topics in Business Strategy em janeiro de 2018, na Pearson College London.

Conheça a experiência vivenciada pelo nosso aluno na faculdade britânica, a visão contemporânea sobre Negócios e um pouco de sua história, que é sinônimo de inquietude: a busca por conhecimento é de grande valia em sua vida.




Você realizou o curso Contemporary Topics in Business Strategy, na Pearson College London. Qual foi a experiência mais marcante que você teve lá?

O que mais marcou foi ter o contato com o Business em inglês. Eu já tenho o contato com o inglês acadêmico, mas nada voltado para a área de Business. Não tinha conhecimento do que estava acontecendo na Europa, de como a Gestão Estratégica é vista por lá. Então, foi muito importante obter esse conhecimento, que é feito de uma maneira bem interativa. Os professores são muito bons e os colegas de classe também ajudaram muito no desenvolvimento das aulas.

Estar imerso em um curso e em uma cidade movida a Business foi incrível. Eu sei que não são todas as pessoas que podem ter essa oportunidade, mas eu gostaria que isso fosse mais amplo. Acho que é importante para a formação do ser humano ter esse conhecimento.




Qual foi o aprendizado mais significativo que você obteve com os professores?

Eu tenho um pouco de dificuldade com o que aprendo no quadro e o que realizo na prática do dia a dia. Mas, eles conseguiram viabilizar essa relação de aprendizado e o que fazer na vida real. Uma coisa que eu tinha dificuldade em fazer, por exemplo, era saber como aplicar um PDCA, uma análise SWOT na prática. Isso foi um ganho muito significante.



Qual característica profissional não tinha a sua atenção antes, mas se desenvolveu em você depois do curso?

Analisar de modo amplo uma empresa. Antes eu analisava achando que cada função trabalhava de modo separado, mas depois desse curso eu vejo que todas as pessoas que integram uma empresa são multitarefas. Se as pessoas trabalham de maneira complementar, exercendo a sua função e podendo exercer outras funções, a empresa se completa.



O que fez você perceber que precisava investir em curso executivo internacional?

Nós temos uma empresa familiar. Irei me formar em breve e meus irmãos e eu queremos assumir a empresa. Só que para assumir um negócio, precisamos ter conhecimento, e nada melhor que buscar conhecimento fora do país. Conhecimento aqui no Brasil eu tenho, então quis buscar conhecimento em outra cultura, ver como as coisas funcionavam lá fora, porque querendo ou não é muito diferente o tempo que eles estão vivendo na Europa, com o tempo que estamos vivendo aqui no Brasil.

Por que eu digo isso? Vamos pensar em um exemplo básico: carros. A tecnologia europeia é muito mais avançada quando se compara com a do Brasil. Vamos falar agora da minha área: Engenharia Civil. O que eu aprendo hoje no meu curso é o que era aprendido há 15 anos na Inglaterra. Então, há essa defasagem de 15 anos de estudo. A grade curricular na Europa é bem diferente da grade curricular do Brasil. Lá, você se forma Engenheiro em três anos. Aqui, no Brasil, são cinco anos para você se formar. Qual a diferença? A diferença é que você escolhe a área que você quer atuar desde o início do curso, por isso são três anos. No Brasil é diferente. Você se forma Engenheiro de tudo, se podemos assim dizer: conhecendo um pouco de tudo e não de tudo um pouco.



E você acha que saber um pouco de tudo é pior?

Na minha opinião, voltado para a área de Engenharia, eu acho que é pior. Outra coisa, lá os estudantes têm experiência de campo, nós não temos experiência nenhuma em campo na faculdade. Se tiver um tijolo, areia e cimento, não consigo construir nada. É muito teórico. Na minha universidade, nós somos Engenheiros de Concepção, para pensar sobre o que será feito. Eu concordo em partes. Acho que deve existir um pouco de conhecimento de concepção e um pouco de conhecimento prático, porque nem tudo que é teórico funciona na prática. Há muitos fatores que estão limitados. Então, já dá para perceber a diferença do ensino que é praticado aqui e na Europa.



Estudar sempre foi algo importante para você ou surgiu conforme o tempo?

São poucas as áreas que eu tenho prazer em estudar. Na parte de Business, Gestão etc., eu estudo sozinho porque é uma coisa que eu gosto. A cada quinze dias, tenho aula com um professor, que é tipo um mentor para mim. Ele faz um encontro com vários estudantes para aprendermos casos de Harvard, MBA, coisas assim. Analisamos tomadas de decisões em diversas empresas e em diferentes áreas, assim, consigo adquirir um pouco de conhecimento, tanto para a vida, quanto para o negócio. Eu gosto disso.



Por que você escolheu a IBS Americas?

Eu pesquisei muito antes de escolher. Sou muito de pesquisar. Então, quis saber quem era a IBS Americas: o que vocês fazem, como são os cursos, etc. O contato inicial surgiu graças ao Prof. Ricardo, pois ele tem uma comunicação com a minha Universidade e recebi em meu e-mail um aviso sobre os cursos que estavam sendo oferecidos pela IBS. Refleti sobre isso em casa e decidi mandar o meu currículo para ver se ia ser aceito no processo de bolsas de estudos. Eu já estava procurando algo para desenvolver uma parte que não tinha desenvolvido ainda, que é a área de Business. Então, estava procurando algo diferente de um intercâmbio convencional. Foi um processo de pesquisa e custo-benefício. Eu não chego de cara e escolho sem pensar ou pesquisar. E valeu muito a pena!


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5 dicas para quem vai viajar ao exterior pela primeira vez

Sempre que saímos da nossa zona de conforto sentimos medo e insegurança. Mas, às vezes, alcançar um objetivo, um sonho, é justamente isso. Conhecer lugares novos e culturas diferentes é uma experiência única para cada um. Se esse é o seu objetivo, saiba que o processo é burocrático e você pode se perder.
Por isso, separamos aqui, cinco dicas para tornar a sua viagem mais prática. Confira!



1. Passaporte, visto e vacinas

Esse primeiro passo pode ser cansativo, mas é melhor realizar isso antes e depois cuidar das exigências mais simples. O passaporte e visto é praticamente obrigatório em todos os destinos internacionais, apenas alguns países da América do Sul exigem somente o visto (veja a lista de países que solicitam ou não o visto para brasileiros aqui). Então, não deixe de providenciar esses documentos – quanto mais rápido melhor. Caso você já possua um passaporte e ele está perto de vencer, consulte as regras do país de destino sobre a renovação e validade do documento.

É essencial pesquisar se entre as fronteiras do seu destino é obrigatória alguma vacina. Informações como a lista completa de vacinas e retirada do Certificado Internacional de Vacinação (CIVP), estão disponíveis no site da Anvisa. Cuide da sua saúde! A realização de um seguro viagem internacional pode ser uma boa opção.



2. Organização

Organização é imprescindível em uma viagem, principalmente internacional. Uma dica muito bacana é fazer um diário de viagem, anotando por data os endereços dos hotéis (ou hotel) que você vai ficar, lugares que você pretende visitar e o translato necessário para esses destinos. Por segurança, deixe essas informações com alguém de confiança em seu país de origem.

Pesquise sobre o seu destino. Leia bastante sobre os locais que você pretende visitar, lugares que são perigosos, onde é mais caro e as últimas notícias que andam circulando na mídia. Esteja de cabeça aberta para novas experiências e amizades, assim como frustrações, pois você vai estar sozinho(a) e precisará lidar com imprevistos.



3. Comunicação

Se prepare para perder a vergonha, ou pelo menos tentar. A partir do momento que você está sozinho(a) em um país diferente, a necessidade de se comunicar com as pessoas é inevitável. A tecnologia pode te auxiliar muito, existem aplicativos de tradução, assim como para locomoção. Mas, não vá dependendo apenas do seu smartphone, tenha essas informações em papel, como já dissemos na dica anterior. Imprima mapas e ande com um dicionário do idioma local.

Para utilizar o seu númerode celular no exterior, você deve contatar a sua operadora e questionar sobre a habilitação do serviço de roaming internacional. Esse serviço costuma ser cobrado, então vai de você decidir se vale ou não a pena adquiri-lo, assim como comprar um SIM CARD nas operadoras locais do seu destino. Há algumas operadoras (MySimTravel, EasySim4U, Fale.Global etc.) que vendem chips pré-pagos internacionais, com o funcionamento em diversos países.

Se você não quer gastar dinheiro com isso, pode utilizar a rede Wi-Fi dos hotéis, restaurantes e bares locais, realizando ligações por aplicativos como Skype e WhatsApp. Porém, não é a opção mais segura. Se acontecer algum imprevisto você não conseguirá entrar em contato com ninguém.



4. Dinheiro

Defina o objetivo da viagem (compras, turismo, estudo etc.) e faça uma lista somando todos os gastos previstos: alimentação, transporte, hotel. Não esqueça de reservar uma quantia extra pra possíveis emergências, tudo isso realizando o cálculo de conversão de uma moeda para outra. Procure comprar a moeda do seu destino em seu país de origem, assim você terá uma coisa a menos para resolver na sua viagem.

Se você precisar trocar notas de grande valor, faça isso em lugares seguros, comércios grandes ou hotéis. Isso evita o recebimento de notas falsas. Outra dica bacana é dividir o seu dinheiro. Leve uma quantia em espécie e outra em cartão (válido em seu país de destino), desta maneira, em casos de furtos ou roubos você não estará totalmente sem dinheiro.



5. Bagagem

As regras para voos internacionais são diferentes dos voos nacionais, inclusive para as bagagens de mão e malas que serão despachadas. Atente-se para não exceder o limite permitido no volume de sua bagagem e ser barrado no check-in. A quantidade permitida varia entre as companhias aéreas (consulte também os objetos que não são permitidos nos voos internacionais, como remédios, líquidos, alimentos etc). Verifique essa informação com antecedência para levar só necessário em sua viagem, evitando carregar muito peso sem necessidade, ainda mais para viagens longas.
Pesquise a meteorologia do seu destino nas datas da viagem, levando as roupas adequadas (sem esquecer aquele casaco de frio). Para não ter aquela confusão no momento de retirar a sua bagagem (e para mais segurança), procure trancá-la com um cadeado, lacre, capa e até mesmo o serviço de embalagem que os aeroportos oferecem podem ser uma boa opção. Identifique a sua mala com uma fita colorida, por exemplo, e uma etiqueta contendo as suas principais informações como telefone, e-mail e endereço.
Em sua bagagem de mão, leve o essencial: documentos, dinheiro, celular, reservas do hotel e coisas de valor. Por precaução, algumas roupas. Há um risco pequeno da sua mala ser extraviada, mas mantenha a calma, a companhia aérea deve te auxiliar. Lembre-se: imprevistos irão acontecer.


A IBS Americas possui uma equipe que está comprometida em auxiliar nossos alunos nas possíveis dúvidas que possam surgir antes, durante e depois do programa. Você pode conferir todos os nossos cursos executivos e destinos aqui.



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Curiosidades sobre California State University – Northridge

A California State University – Northridge, está localizada em uma das regiões que é o centro de grandes avanços tecnológicos e locais turísticos reconhecidos mundialmente. Dada a representatividade da Califórnia no mercado financeiro, se fosse um país, seria a 5ª maior economia do mundo, com um PIB de US$ 2,7 bilhões de dólares, ultrapassando o Reino Unido.

Desde 1952, CSUN vem conquistando grandes méritos e se tornando sinônimo em educação de ponta. Pensando nisso, resolvemos destacar algumas curiosidades sobre nossa universidade parceira. Confira abaixo!



1. A quantidade de programas que a universidade oferece é imensa, juntamente com a qualificação do corpo docente

CSUN possui 134 cursos de Bacharelado e 70 cursos diferenciados de Mestrado. Oito membros do corpo docente conseguiram o respeitado Guggenheim Fellowships, para pesquisas e atividades criativas; e 59 conquistaram o prêmio Fulbright, para ensinar no exterior. Com certeza, a experiência de estudar com esses professores é incrível.



2.
Provavelmente você já viu CSUN no cinema

A universidade possui uma arquitetura muito moderna e está localizada a 30 minutos de Hollywood, fazendo com que o campus seja palco de produções cinematográficas e televisivas. Como, por exemplo, American Idol, Arrested Development, Chuck, Dexter, My Name Is Earl, CSI: Crime Scene Investigation, Criminal Minds, Comandante em Chefe, Van Wilder, Six Feet Under, Battlestar Galactica, Legalmente Loira 2 e muito mais!



3. Ex-alunos notáveis que se formaram na California State University, Northridge

Muitas pessoas que você nem imagina se formaram na universidade mais popular da Califórnia (Helen Hunt, Alyson Hannigan, Linda Lingle etc.), confira algumas personalidades:



4. CSUN investe avidamente em questões sociais no âmbito educacional

A universidade abriga o Centro Nacional de Surdez, que desde 1972 apoia os alunos com deficiência auditiva do campus e atua como um local de orientação acadêmica. Ao disponibilizar intérpretes de linguagem de sinais e equipamentos tecnológicos, o local se torna referência – em 2008, aproximadamente 200 alunos surdos foram atendidos. A CSUN também sedia anualmente a Conferência Internacional sobre Tecnologia e Pessoas com Deficiência.

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Principais dúvidas sobre os cursos da IBS Americas

Você tem dúvidas sobre os nossos programas e os critérios necessários para obter a Bolsa de Estudo? Pensando nisso, resolvemos responder de uma forma clara e objetiva os principais questionamentos que surgem diariamente aqui, na IBS Americas.

A sua dúvida pode estar abaixo, confira!



1. Como fazer a escolha correta do meu programa?

Em nosso site você pode analisar detalhadamente todos os cursos que oferecemos. Como o número de programas que coordenamos é grande, se torna compreensível que você fique em dúvida ao escolher o curso mais adequado para a sua carreira. Por isso, você pode consultar a nossa equipe ou solicitar atendimento com um Professor Coordenador da IBS Americas.

Para agendar um horário, entre em contato conosco através do e-mail info@ibs-americas.com ou ligue (11) 3262-2782.



2. O que preciso fazer para solicitar a bolsa de estudo?

É necessária a solicitação do formulário de bolsa (Application Form), onde você irá informar: curso de interesse, dados pessoais, profissionais e acadêmicos. Em seguida, a IBS Americas entrará em contato para agendar uma entrevista via Skype ou telefone, com o Diretor Acadêmico do programa, que analisará o seu formulário e perfil, visando à máxima aderência ao programa escolhido. O próximo passo é aguardar um retorno via e-mail informando se a bolsa foi aprovada.



3. Posso me candidatar para mais de um curso? E solicitar duas bolsas de estudo?

Não. Recomendamos que você escolha o programa que mais se adeque ao seu perfil e interesse. Caso você não tenha certeza, consulte nossa equipe.



4. Como efetivar a minha matrícula?

Após o recebimento do contrato, para que a matrícula seja efetivada pela universidade, é imprescindível o pagamento da primeira parcela e das demais, conforme apresentado no contrato. A não efetivação dos pagamentos cancelará sua matrícula.

  • O curso pode ser parcelado em até 16x, desde que não apresente pendências financeiras em até 45 dias antes da realização do programa.
  • Não é possível deixar pagamentos em aberto para quitação posterior.
  • A cotação da moeda estrangeira no contrato será a turismo-venda do dia da emissão do contrato.
  • Antes do início do programa, é verificado se houve flutuação nas taxas de emissão de câmbio para acerto da diferença cambial.
  • No pagamento à vista, a IBS Americas oferece quitação completa do valor do programa sem aplicação da vairação cambial.



5. A IBS Americas auxilia na preparação da viagem, como: passaporte/visto, passagem, hospedagem etc.?

Sim. Nós fornecemos todas as informações necessárias para que a experiência seja da melhor maneira possível. Desde como tirar o passaporte; obter o visto; reservar a acomodação com tarifas especiais (lembrando que há programas onde o aluno pode se hospedar na própria universidade); agências de turismo para aquisição da passagem aérea etc.

Nossas ações preparatórias começam 6 meses antes da viagem. Além disso, organizamos encontros preparatórios online, nos quais os Coordenadores da turma fornecem informações importantes, respondendo dúvidas ao vivo. O primeiro encontro ocorre cinco meses antes da viagem e o segundo encontro, um mês antes.



6. Preciso ser fluente em inglês?

Não. Para realizar os nossos cursos é necessário que o aluno possua fluência na língua inglesa de nível intermediário para avançado, pois as aulas são ministradas em inglês sem tradução, e o curso conta com apresentações, discussões de casos e outras atividades práticas que exigem proficiência no idioma.

Já para realizar o nosso curso Business English, o aluno precisa ter pelo menos, proficiência em nível básico.



7. A IBS Americas exige a realização de GRE, GMAT, TOEFL etc.?

Não. Como nossos cursos executivos são de curta duração, não há a exigência dos certificados internacionais mencionados acima. Caso você já tenha alguma certificação comprobatória de fluência em língua inglesa, pode enviar para a IBS Americas que a coordenação irá verificar a possibilidade da isenção do teste de inglês realizado pela escola.



8. Não terminei a faculdade. Posso participar dos programas?

Sim! Porém, no momento da viagem o aluno deve estar cursando a partir do 5° semestre de um curso superior – a universidade internacional requer o envio do comprovante de matrícula e histórico escolar.




A sua dúvida não foi respondida aqui? Então, mande um e-mail para info@ibs-americas.com, e receba também mais informações sobre os nossos cursos executivos internacionais.