Passo a passo: como tirar seu visto para os EUA

Para qualquer viagem é preciso se preparar, mas para alguns destinos a burocracia é maior. O sistema de emissão de vistos americanos entrou em vigor em 2012, diminuindo os custos e as filas de espera. Abaixo, explicamos em passos esse sistema, para você tirar seu visto e aproveitar sua estadia nos Estados Unidos.

Preencha o formulário DS-160

Você pode achá-lo neste site. Lembre-se que ele deve ser preenchido em inglês, com informações precisas e atualizadas.

Taxa do visto

Para emitir seu visto, é necessário pagar uma taxa que varia com o tipo de visto solicitado. O pagamento pode ser feito por cartão de crédito, dinheiro ou boleto. Com a mudança no sistema de emissão, esta é a única taxa a ser paga.

Agende sua entrevista

Depois da confirmação do pagamento, é hora de agendar sua entrevista. Você pode agenda-la clicando neste link, e lembre-se de ter em mãos o número identificado como “nosso número” do boleto do DS-160 e o recibo de pagamento da taxa MRV. O tempo de espera varia com o local da entrevista.

Centro de Atendimento ao Solicitante do Visto (CASV)

Uma vez que a entrevista foi agendada, você deve ir ao CASV para a coleta de impressões digitais e foto, leve seu passaporte e a página de confirmação do formulário DS-160.

Entrevista

Compareça no local agendado no dia da entrevista com passaporte e a página de confirmação com o código de barras do formulário DS-160. Muitos ficam nervosos durante essa etapa, mas a dica mais valiosa é manter a calma e dizer sempre a verdade, pois o número de brasileiros reprovados é cada vez menor – hoje em dia, apenas cerca de 4% das solicitações são negadas.



Lembre-se que se você for aluno IBS, oferecemos toda a assistência necessária para a preparação da sua viagem. Acompanhamos seu processo de emissão de visto e oferecemos dicas de hospedagem e alimentação com o maior custo-benefício.

Agora é só iniciar o processo e garantir sua experiência nos Estados Unidos!

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A Indústria 4.0: você está pronto para essa transformação?

Estudos e apostilas ensinam que passamos por 3 Revoluções Industriais: a primeira aconteceu com a invenção das máquinas a vapor e linhas de montagem, na segunda passamos a usar energia elétrica e combustíveis fósseis, e a terceira implementou a tecnologia e os sistemas computadorizados. Daqui a alguns anos os especialistas estudarão o período que vivemos agora, a Indústria 4.0.

A expressão nada mais é que outro nome para a 4ª Revolução Industrial, com a combinação de técnicas avançadas de produção e sistemas digitais inteligentes, gerando tecnologias autônomas capazes de se comunicar, analisar e usar dados para a elaboração de ações inteligentes no mundo físico. Essa tecnologia cria produtos e serviços mais adequados às necessidades e aos desejos do consumidor, fazendo com que a eficiência não precise ser atingida por um preço tão mais elevado.

A grande diferença entre esta e outras Revoluções Industriais é que a Indústria 4.0 tem como objetivo fundir o mundo físico, digital, virtual e biológico, criando uma realidade onde o ser humano, e não a máquina, é o centro das operações.

Para estar dentro dos padrões 4.0, uma empresa precisa adotar certas práticas, sendo elas:

  • Interoperabilidade: as máquinas, dispositivos e pessoas se comunicando pela Nuvem de Conexão e Internet da Coisas (IoT), ou seja, a interconexão digital de objetos cotidianos com a internet;
  • Descentralização: sistemas autônomos tomando decisões e realizando tarefas sozinhos;
  • Assistência técnica: sistemas digitais analisando informações sobre a fábrica e sugerindo soluções para problemas e sistemas ciber-físicos executando tarefas exaustivas ou inseguras no lugar de humanos;
  • Virtualização: sistemas que rastreiam e monitoram remotamente todos os processos da fábrica;
  • Capacidade em tempo real: sistemas especializados em análise de dados instantâneas para tomada de decisões em tempo real;
  • Modularidade: produção adaptada e dividida em módulos individuais para maior flexibilidade e automação dos processos.

No Brasil, a implementação desse modelo traria inúmeras vantagens, como ganhos de eficiência, redução nos custos de manutenção e menor consumo de energia. A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) estima que a migração da indústria brasileira para o modelo 4.0 reduziria gastos em R$73 bilhões ao ano.

A Volkswagen já começou a migração para o 4.0 e, desde então, o nível de automação nas fábricas aumentou de 50% para 70%, e o tempo de desenvolvimento de novos projetos reduziu em até nove meses.

Enquanto aos profissionais de hoje, a palavra é preparação. É preciso se preparar para carreiras que ainda estão nascendo, pois o futuro chegou, e ele é 4.0.



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