Entrevistamos nosso aluno da University of La Verne: Gustavo Lessa Moser!

Formado em Engenharia de Produção, Gustavo Lessa Moser, de 24 anos, mora em Copacabana e realizou o nosso programa Strategy & Marketing na University of La Verne em janeiro de 2017.

Educação e empreendedorismo conquistaram o seu caráter profissional – na faculdade se envolveu com monitoria, palestras e exerceu Domínio Adicional em empreendedorismo. Hoje, atua em uma empresa de coaching e treinamentos, “as pessoas são mais importantes que processos e se adaptar às mudanças ao longo do caminho é mais importante que seguir um plano” diz.

Confira agora o que nosso aluno tem a dizer sobre a sua experiência internacional!



Você estudou na University of La Verne em janeiro de 2017. O que essa vivência agregou em sua vida?

O conteúdo das aulas, o contato com pessoas de outros países, estudar em uma universidade que tem uma cultura muito diferente do meu país… tudo isso ampliou minhas perspectivas, me fez olhar por outros prismas.

Percebi que depende de mim correr atrás e fazer a diferença do que propriamente esperar que isso aconteça ou que outras pessoas me falem qual caminho seguir. Assim que voltei de La Verne, isso ficou muito evidente para mim.



Em relação aos professores do curso, o que te surpreendeu?

Duas coisas em especial. Eu gostei muito do professor de Marketing, Steve Fialho. Para mim, foi o melhor professor do programa! Ele é uma pessoa muito carismática e tem um jeito de dar aula que eu gosto bastante, que é um método um pouco mais puxado, de ir apresentando o conteúdo e deixar os alunos trazerem para a aula o que pensam, o que sabem sobre o tema. Isso me ajudou a ver com outros olhos o marketing.

Em relação a aula de Estratégia, o professor Douglas Chun fez com que tivéssemos contato com a cultura chinesa, que é mais disciplinada e pragmática. Alguns trabalhos que a gente fez foram voltados para o mercado chinês. Então, por exemplo, tínhamos que pensar em como a Coca-Cola desenvolveria um novo produto para aquela cultura. Tínhamos que pesquisar bastante, correr atrás, sabe? Foi muito legal!



Qual lugar você mais gostou de visitar na Califórnia?

Eu acabei ficando mais por Los Angeles. Gostei muito de conhecer o Píer de Santa Mônica. Aquele contato com as pessoas locais, turistas, a praia no final do dia com o pôr-do-sol e o parque de diversões ao fundo… aquela coisa bem americana, sabe? É muito legal sentir esse clima! Sou muito fã do basquete norte-americano, assisti uns quatro jogos de basquete no STAPLES Center. Curti bastante!



O que você espera para o futuro da sua profissão?

Olha, eu acho que vai estar totalmente diferente. O mais importante para o profissional será desenvolver capacidades. Imagino, inclusive, que os cursos não serão divididos em áreas muito específicas – as pessoas deverão desenvolver habilidades e competências. Uma empresa separada por setores, por exemplo, eu acho que isso tende a acabar. Serão times multidisciplinares, juntando diferentes áreas do conhecimento em prol de um mesmo propósito. Seremos um trabalhador do conhecimento e da criação, e não mais um trabalhador braçal. É óbvio que isso vai demorar muito! Mas os profissionais devem estar atentos.



O que você diria para alguém da sua idade que tem o sonho de estudar no exterior?

Eu diria que isso deveria ser uma prioridade. Na questão do idioma, por exemplo, hoje em dia é muito importante você se comunicar em inglês e ter acesso ao que há de melhor nas áreas do conhecimento. Eu, que gosto de tecnologia, não posso esperar a tradução para acessar um conteúdo, se não eu vou ficar para trás. Eu preciso aprender a consumir esse conteúdo em inglês. Não posso ficar alheio à economia da Europa, ao Brexit e como isso vai impactar o mundo. Diria que é muito importante priorizar uma experiência no exterior para você conhecer pessoas novas e expandir as suas perspectivas. Isso é cada vez mais importante!




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