Entrevistamos nosso aluno da Pearson College London: Filipe Alves!

Filipe de Souza Alves, 26 anos, está, juntamente com seus familiares, à frente de uma empresa bem-sucedida: a Implantec Health Care Technology®, instituição que presta serviço para diversas áreas da Saúde. Com grande conhecimento em Estratégias de Negócios, é válido dizer que sua vocação vai além do acaso – está no sangue. Nascido em Belo Horizonte e cursando o último ano de Engenharia Civil na Universidade Federal de Minas Gerais, Filipe realizou o nosso programa Contemporary Topics in Business Strategy em janeiro de 2018, na Pearson College London.

Conheça a experiência vivenciada pelo nosso aluno na faculdade britânica, a visão contemporânea sobre Negócios e um pouco de sua história, que é sinônimo de inquietude: a busca por conhecimento é de grande valia em sua vida.




Você realizou o curso Contemporary Topics in Business Strategy, na Pearson College London. Qual foi a experiência mais marcante que você teve lá?

O que mais marcou foi ter o contato com o Business em inglês. Eu já tenho o contato com o inglês acadêmico, mas nada voltado para a área de Business. Não tinha conhecimento do que estava acontecendo na Europa, de como a Gestão Estratégica é vista por lá. Então, foi muito importante obter esse conhecimento, que é feito de uma maneira bem interativa. Os professores são muito bons e os colegas de classe também ajudaram muito no desenvolvimento das aulas.

Estar imerso em um curso e em uma cidade movida a Business foi incrível. Eu sei que não são todas as pessoas que podem ter essa oportunidade, mas eu gostaria que isso fosse mais amplo. Acho que é importante para a formação do ser humano ter esse conhecimento.




Qual foi o aprendizado mais significativo que você obteve com os professores?

Eu tenho um pouco de dificuldade com o que aprendo no quadro e o que realizo na prática do dia a dia. Mas, eles conseguiram viabilizar essa relação de aprendizado e o que fazer na vida real. Uma coisa que eu tinha dificuldade em fazer, por exemplo, era saber como aplicar um PDCA, uma análise SWOT na prática. Isso foi um ganho muito significante.



Qual característica profissional não tinha a sua atenção antes, mas se desenvolveu em você depois do curso?

Analisar de modo amplo uma empresa. Antes eu analisava achando que cada função trabalhava de modo separado, mas depois desse curso eu vejo que todas as pessoas que integram uma empresa são multitarefas. Se as pessoas trabalham de maneira complementar, exercendo a sua função e podendo exercer outras funções, a empresa se completa.



O que fez você perceber que precisava investir em curso executivo internacional?

Nós temos uma empresa familiar. Irei me formar em breve e meus irmãos e eu queremos assumir a empresa. Só que para assumir um negócio, precisamos ter conhecimento, e nada melhor que buscar conhecimento fora do país. Conhecimento aqui no Brasil eu tenho, então quis buscar conhecimento em outra cultura, ver como as coisas funcionavam lá fora, porque querendo ou não é muito diferente o tempo que eles estão vivendo na Europa, com o tempo que estamos vivendo aqui no Brasil.

Por que eu digo isso? Vamos pensar em um exemplo básico: carros. A tecnologia europeia é muito mais avançada quando se compara com a do Brasil. Vamos falar agora da minha área: Engenharia Civil. O que eu aprendo hoje no meu curso é o que era aprendido há 15 anos na Inglaterra. Então, há essa defasagem de 15 anos de estudo. A grade curricular na Europa é bem diferente da grade curricular do Brasil. Lá, você se forma Engenheiro em três anos. Aqui, no Brasil, são cinco anos para você se formar. Qual a diferença? A diferença é que você escolhe a área que você quer atuar desde o início do curso, por isso são três anos. No Brasil é diferente. Você se forma Engenheiro de tudo, se podemos assim dizer: conhecendo um pouco de tudo e não de tudo um pouco.



E você acha que saber um pouco de tudo é pior?

Na minha opinião, voltado para a área de Engenharia, eu acho que é pior. Outra coisa, lá os estudantes têm experiência de campo, nós não temos experiência nenhuma em campo na faculdade. Se tiver um tijolo, areia e cimento, não consigo construir nada. É muito teórico. Na minha universidade, nós somos Engenheiros de Concepção, para pensar sobre o que será feito. Eu concordo em partes. Acho que deve existir um pouco de conhecimento de concepção e um pouco de conhecimento prático, porque nem tudo que é teórico funciona na prática. Há muitos fatores que estão limitados. Então, já dá para perceber a diferença do ensino que é praticado aqui e na Europa.



Estudar sempre foi algo importante para você ou surgiu conforme o tempo?

São poucas as áreas que eu tenho prazer em estudar. Na parte de Business, Gestão etc., eu estudo sozinho porque é uma coisa que eu gosto. A cada quinze dias, tenho aula com um professor, que é tipo um mentor para mim. Ele faz um encontro com vários estudantes para aprendermos casos de Harvard, MBA, coisas assim. Analisamos tomadas de decisões em diversas empresas e em diferentes áreas, assim, consigo adquirir um pouco de conhecimento, tanto para a vida, quanto para o negócio. Eu gosto disso.



Por que você escolheu a IBS Americas?

Eu pesquisei muito antes de escolher. Sou muito de pesquisar. Então, quis saber quem era a IBS Americas: o que vocês fazem, como são os cursos, etc. O contato inicial surgiu graças ao Prof. Ricardo, pois ele tem uma comunicação com a minha Universidade e recebi em meu e-mail um aviso sobre os cursos que estavam sendo oferecidos pela IBS. Refleti sobre isso em casa e decidi mandar o meu currículo para ver se ia ser aceito no processo de bolsas de estudos. Eu já estava procurando algo para desenvolver uma parte que não tinha desenvolvido ainda, que é a área de Business. Então, estava procurando algo diferente de um intercâmbio convencional. Foi um processo de pesquisa e custo-benefício. Eu não chego de cara e escolho sem pensar ou pesquisar. E valeu muito a pena!


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