As empresas contratam profissionais que já estudaram no exterior. Por quê?

Um mercado cada vez mais globalizado exige uma formação acadêmica adequada a essa necessidade. A atitude de estudar em outro país faz com que você seja esse(a) profissional. Quer saber por quê?

Ter uma experiência internacional no currículo demonstra fluência em um segundo idioma, construção de uma rede de contatos global e capacidade para acompanhar as mudanças tecnológicas e econômicas do futuro.
Segundo a Pesquisa Selo Belta, divulgada em 2018 pela Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio, foi constatado que o nicho brasileiro de educação estrangeira cresceu 23% em 2017, alcançando a marca inédita de 302 mil estudantes. A procura por cursos de idiomas como alemão, francês, italiano, japonês e mandarim ganharam destaque:


“A pulverização do ano passado demonstra o novo padrão de consumo educacional. O brasileiro não se contenta apenas com uma segunda língua. O objetivo é se diferenciar no mercado trabalho” salienta a presidente da associação, Maura Leão.


Quais são as habilidades que as organizações procuram em um profissional? E, principalmente, um curso no exterior demonstra essas qualificações? Descubra abaixo!



Uma pessoa comunicativa

Não podemos negar que caráter e personalidade pesam no momento da entrevista e na seleção profissional. Afinal, você passará muitas horas do seu dia com os colaboradores da empresa, que serão os seus colegas de trabalho. Uma pessoa comunicativa, sociável e aberta para um diálogo faz a diferença neste convívio. E é necessário ter essas qualidades (ou estar disposto a aprimorá-las) quando se decide estudar em uma universidade internacional, onde você não conhece ninguém e há pessoas de diversas culturas.



Uma pessoa que se sobressaia dos demais

A sua experiência internacional diferencia o seu currículo dos milhares que a empresa recebe. Além do mais, demonstra que você enfrenta desafios. Pense só: você teve aulas e se comunicou em outro idioma, aprendeu a conviver em uma nova realidade, cuidou de si mesmo em outro país, e conseguiu finalizar seu estudo em um sistema de ensino totalmente diferente. Isso demonstra também, a sua escolha em investir na própria carreira. A sua iniciativa em querer se aprimorar.



Uma pessoa que tenha perspectivas diferentes

Uma companhia está em busca de alguém que melhore a empresa, com ideias inovadoras e que defenda suas opiniões. Um curso internacional demonstra que você vivenciou outras perspectivas que serão utilizadas em sua nova colocação, além de deixar claro que você está disposto a aprender e olhar por novos prismas.



Uma pessoa adaptável

Mesmo que você já tenha experiência na função, quando você inicia a sua trajetória em uma empresa, tudo é novo. Você precisa se adaptar à rotina, aos horários, chefes, colegas de trabalho, prazos, demandas etc. Mas, você já teve que se adaptar a uma mudança muito mais drástica: você viveu em outro país. Isso representa um nível de maturidade considerável.

Não há dúvidas de que essa experiência irá abrir portas em sua carreira profissional. Mas, tenha em mente que devemos ser eternos estudantes, buscando sempre se aprimorar e aprender, pois novas tecnologias, processos e áreas surgem o tempo todo e, como profissional, você deve estar preparado(a) para essa realidade.



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Entrevistamos o Reitor da Pearson Business School: Will Holt!

Will é Reitor da Pearson Business School desde 2014. Responsável pelas operações da escola de negócios, trabalha diretamente com os alunos, equipe acadêmica e parceiros do setor, garantindo uma experiência única a cada um dos estudantes.

A sua paixão por educação e conhecimento fizeram com que ele chegasse até a Pearson College London. Will é especialista em ensino de contabilidade e finanças, possui bacharelado e mestrado na área de Negócios pela University of Birmingham e Montpellier Business School (ESC Montpellier) – confira mais no site da Pearson.

O seu background é visível em nosso bate-papo. Confira o que Will, Reitor da nossa universidade parceira, tem a dizer sobre a sua trajetória, a Pearson College London, o futuro dos negócios e seu conselho para os profissionais que almejam o sucesso!



Você possui mais de dez anos de experiência na área de Educação. Na sua visão, quais são as competências que os estudantes devem começar a desenvolver hoje, a fim de estarem preparados para o mercado de trabalho futuramente?

Uma das habilidades mais importantes para mim e para os professores da nossa instituição, é a agilidade. O que queremos dizer com isso? A habilidade em se adaptar para ter sucesso em ambientes onde a mudança é padrão, algo que acontece com frequência. Incorporar o conhecimento em diversas áreas para integrar tecnologias que ainda não existem, a fim de encontrar soluções futuras. Comunicar-se eficientemente – ter a capacidade de levantar e falar com públicos pequenos ou maiores.

Em uma perspectiva empresarial, nós achamos que há um ponto cego nos profissionais, onde a atitude está ali no fundo, porém, não de uma forma que agregue valor para a organização, e isso, às vezes, é um problema. Resumindo: a sua atitude, seu mind-set.



Atualmente você é Reitor da Pearson Business School. Qual atitude foi essencial para você chegar onde está hoje?

Eu acho que acima de tudo, acreditar. Acreditar que você pode fazer um bom trabalho. Sempre falo para os meus alunos e ex-alunos: caso você queira crescer em uma empresa, faça o que uma pessoa acima do seu cargo faz. Você começará a ser visto nessa posição. Eu acho que foi exatamente o que houve comigo, eu comecei a agir como Reitor da Pearson Business School mesmo antes de ter me tornado realmente o Reitor.



A Pearson College London é a única empresa do FTSE 100 que concede diplomas, ou seja, a única do ramo educacional que está de fato imersa na indústria. Como isso afeta a formação dos alunos?

Afeta em diversas formas. Tentamos trabalhar ao máximo nossa cultura profissional, criando um ambiente educacional único, onde isso influencie diretamente o modo como organizamos e entregamos nossos cursos. Todos nós passamos por um processo de avaliação e análise de desempenho, como uma empresa regular. Nossos professores são profissionais. Temos dois professores em nossa equipe que eram CFOde grandes empresas (Dell e Microsoft). Eles resolveram mudar de carreira, mas o background empresarial ainda está lá.



Por que escolher a Pearson College London ao fazer um curso executivo internacional?

Há um ditado que diz: “se você estiver cansado de Londres, você já está cansado da vida”. Londres é uma linda cidade! Há sempre algo para você fazer! Mas, além de todos os atrativos da cidade, a Pearson College London cria um ambiente de aprendizado profissional. Você terá a oportunidade de ter aula com profissionais que ensinam o que os livros não trazem num ambiente de trabalho.

Nós buscamos transmitir uma experiência bem imersiva, rica em diversos aspectos de negócios, além do contato que os nossos alunos possuem com os professores e palestrantes. Buscamos oferecer uma grande vivência cultural enquanto nossos alunos estão conosco em Londres.



Qual o seu conselho para o profissional que deseja alcançar o sucesso?

Eu acho que ser bem-sucedido é provavelmente sorte, muitas pessoas não gostam de admitir, mas sempre há elementos que influenciam isso. Estar no lugar certo na hora certa, por exemplo. Mas além de disso, trabalhe duro, tenha atitude. Proatividade é sempre bem visto em uma empresa. E procure suas oportunidades, não espere que algo aconteça.



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Entrevistamos nosso aluno da University of La Verne: Gustavo Lessa Moser!

Formado em Engenharia de Produção, Gustavo Lessa Moser, de 24 anos, mora em Copacabana e realizou o nosso programa Strategy & Marketing na University of La Verne em janeiro de 2017.

Educação e empreendedorismo conquistaram o seu caráter profissional – na faculdade se envolveu com monitoria, palestras e exerceu Domínio Adicional em empreendedorismo. Hoje, atua em uma empresa de coaching e treinamentos, “as pessoas são mais importantes que processos e se adaptar às mudanças ao longo do caminho é mais importante que seguir um plano” diz.

Confira agora o que nosso aluno tem a dizer sobre a sua experiência internacional!



Você estudou na University of La Verne em janeiro de 2017. O que essa vivência agregou em sua vida?

O conteúdo das aulas, o contato com pessoas de outros países, estudar em uma universidade que tem uma cultura muito diferente do meu país… tudo isso ampliou minhas perspectivas, me fez olhar por outros prismas.

Percebi que depende de mim correr atrás e fazer a diferença do que propriamente esperar que isso aconteça ou que outras pessoas me falem qual caminho seguir. Assim que voltei de La Verne, isso ficou muito evidente para mim.



Em relação aos professores do curso, o que te surpreendeu?

Duas coisas em especial. Eu gostei muito do professor de Marketing, Steve Fialho. Para mim, foi o melhor professor do programa! Ele é uma pessoa muito carismática e tem um jeito de dar aula que eu gosto bastante, que é um método um pouco mais puxado, de ir apresentando o conteúdo e deixar os alunos trazerem para a aula o que pensam, o que sabem sobre o tema. Isso me ajudou a ver com outros olhos o marketing.

Em relação a aula de Estratégia, o professor Douglas Chun fez com que tivéssemos contato com a cultura chinesa, que é mais disciplinada e pragmática. Alguns trabalhos que a gente fez foram voltados para o mercado chinês. Então, por exemplo, tínhamos que pensar em como a Coca-Cola desenvolveria um novo produto para aquela cultura. Tínhamos que pesquisar bastante, correr atrás, sabe? Foi muito legal!



Qual lugar você mais gostou de visitar na Califórnia?

Eu acabei ficando mais por Los Angeles. Gostei muito de conhecer o Píer de Santa Mônica. Aquele contato com as pessoas locais, turistas, a praia no final do dia com o pôr-do-sol e o parque de diversões ao fundo… aquela coisa bem americana, sabe? É muito legal sentir esse clima! Sou muito fã do basquete norte-americano, assisti uns quatro jogos de basquete no STAPLES Center. Curti bastante!



O que você espera para o futuro da sua profissão?

Olha, eu acho que vai estar totalmente diferente. O mais importante para o profissional será desenvolver capacidades. Imagino, inclusive, que os cursos não serão divididos em áreas muito específicas – as pessoas deverão desenvolver habilidades e competências. Uma empresa separada por setores, por exemplo, eu acho que isso tende a acabar. Serão times multidisciplinares, juntando diferentes áreas do conhecimento em prol de um mesmo propósito. Seremos um trabalhador do conhecimento e da criação, e não mais um trabalhador braçal. É óbvio que isso vai demorar muito! Mas os profissionais devem estar atentos.



O que você diria para alguém da sua idade que tem o sonho de estudar no exterior?

Eu diria que isso deveria ser uma prioridade. Na questão do idioma, por exemplo, hoje em dia é muito importante você se comunicar em inglês e ter acesso ao que há de melhor nas áreas do conhecimento. Eu, que gosto de tecnologia, não posso esperar a tradução para acessar um conteúdo, se não eu vou ficar para trás. Eu preciso aprender a consumir esse conteúdo em inglês. Não posso ficar alheio à economia da Europa, ao Brexit e como isso vai impactar o mundo. Diria que é muito importante priorizar uma experiência no exterior para você conhecer pessoas novas e expandir as suas perspectivas. Isso é cada vez mais importante!




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Se planeje e conquiste o seu curso internacional

Para algumas pessoas, é muito fácil se organizar e alcançar aquela meta sonhada. Mas nem todo mundo é assim. Às vezes, fazer um checklist ou até mesmo um post-it é necessário para não esquecer as tarefas do dia. Imagine então, para alcançar um sonho – estudar em uma universidade do exterior. Por isso, destacamos aqui, algumas dicas que farão você conquistar esse objetivo!



Defina a data

Chega de adiar. Escolha a data de uma vez! Você pode viajar daqui um ou dois anos, por exemplo. Desta forma, terá mais tempo para se programar e até mesmo pagar o seu curso. Mas defina no calendário dia, mês e ano. Isso tornará o seu objetivo mais real e toda a organização que vem a seguir parte deste momento.


O que é realmente essencial?

Saiba priorizar. Este momento também será de aprendizado e amadurecimento. Como envolve finanças, tenha certeza de que essa experiência será para a vida toda. Você nunca mais olhará seus gastos da mesma forma.

Então, é o momento de refletir e gastar o seu dinheiro somente com o que é essencial mesmo.



Faça a sua própria poupança

Pense por esse lado: quanto maior for a deadline da viagem, mais tempo você terá para guardar dinheiro e ter uma experiência tranquila financeiramente. De qualquer forma, procure separar uma quantia por mês – você pode abrir uma conta poupança, por exemplo.

Por esse motivo, o item abaixo é tão importante! Somente com uma boa pesquisa sobre o seu destino, você terá um entendimento sobre os gastos diários e final.



Pesquise sobre o destino

Esse processo é muito importante. Pesquise sobre o custo de vida, a cultura, o bairro que você pretende ficar, a economia do país, etc. Essas informações são importantes tanto pela questão financeira, quanto pela vivência. Você se sentirá mais seguro(a) com o máximo de informações possíveis do país.

Procure organizar o que você pretende fazer em cada dia da viagem e os gastos diários, assim você terá um controle maior sobre as suas finanças e não deixará de fazer as coisas que deseja.

  • Aplicativo Google Trips! Por ele você conseguirá organizar passagens, visitas, trajetos, pontos turísticos, et c. E tudo isso off-line, sem internet!
  • Para adquirir dólar mais barato, leia esse artigo, ele explica como consultar o ranking do site do Banco Central.
  • O aplicativo Google flights mostra os dias próximos em que as passagens estão mais em conta. Atualmente, companhias aéreas low cost estão crescendo cada vez mais, como a RyanAir e a EasyJet.
  • Avalie qual o melhor tipo de acomodação (Hotel x AirBnB), que vai lhe oferecer melhores condições de hospedagem, que está mais perto dos pontos que quer visitar etc.



Tenha foco

Sabemos que o mercado de trabalho está cada vez mais exigente e se especializar se tornou uma necessidade, então, tenha foco! O curso trará resultados significantes em sua vida profissional e acadêmica. Além de melhorar sua habilidade de se comunicar em inglês, permitir a experiência de conhecer e vivenciar outras culturas, te fazer estabelecer novas amizades que ampliarão o seu network e te farão se redescobrir.

O seu objetivo não é fácil. Requer disciplina e foco. Mas não tenha dúvidas de que irá valer muito a pena! Sem arrependimentos. Apenas a vontade de vivenciar tudo outra vez.



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Entrevistamos nossa aluna da CUOA Business School: Tierra Alexandreya Chess!

Tierra Alexandreya Chess, 21, nasceu em Nova Iorque e vivenciou a sua primeira viagem internacional com a IBS Americas, onde realizou o nosso curso International Management & Leadership, em janeiro de 2017 na CUOA Business School. Desde então, uma inquietação por conhecer novas culturas despertou – Tierra já visitou mais de 12 países e não pretende parar.

Confira a diferença que nosso programa fez em sua vida!



Você realizou o programa International Management & Leadership em CUOA, na Itália. Qual foi a experiência mais marcante que você teve?

Na Europa, nós podemos visitar quantos países quisermos. Isso não dá para fazer nos Estados Unidos. Além disso, o curso aborda assuntos que são atuais e importantes, como, por exemplo, lidar com negociações e principalmente, entender as pessoas e suas diferenças.



Qual foi o conhecimento obtido através dos professores que fez grande diferença em sua vida?

Os professores são de países diferentes, então houve muita diversidade. Pude fazer diversas perguntas sobre a cultura de cada um. Para dizer a verdade, tudo fez uma grande diferença na minha vida. Ir às Nações Unidas, aprender como conseguir um emprego lá, o contato que tivemos com os estudos de casos… tudo foi muito incrível!



Considerando a sua vida acadêmica, você se graduou na SUNY Plattsburgh, com diversos “minors” * em Economia, Finanças, etc. Por que você decidiu investir em um curso como os que a IBS AMERICAS oferece?

Os cursos estavam na minha grade de estudos, então pensei em obter créditos na universidade. Com a ajuda da IBS Americas, pude fazer isso em diferentes países e com diferentes pessoas. Valeu muito a pena! Espero que isso melhore o meu currículo e me ajude a arrumar um emprego em NY. O contato que tive com pessoas de mais de 10 culturas me ajudou muito!

*especializações



O curso trouxe novas perspectivas em sua área profissional?

Com certeza. Todo mundo sempre acha que o jeito deles de fazer algo é o melhor. Ir para a Itália me mostrou um cenário diferente. As pessoas agem e lidam com as coisas de outra forma. Essa experiência aumentou meus horizontes e me deu novas perspectivas. O que aprendi lá, geralmente, se aprende depois da faculdade e você tem que vivenciar isso por si mesmo.



O que você diria para alguém do seu país que está começando a ter o sonho de fazer um curso executivo internacional?

O mundo é muito grande. Há muito para aprender e vivenciar. Quando você visita outro país e conhece as pessoas, começa a entendê-las melhor. Eu reclamo muito do meu país, mas visitar outros países me fez dar mais valor ao meu.



Por que você escolheu a IBS Americas?

É engraçado, eu queria estudar no Havaí; estive lá por 6 meses e foi uma experiência um pouco ruim. Me falaram para não deixar de viajar pelo mundo, porque depois disso eu não queria mais. A reitora da minha universidade me apresentou a um aluno que viajou com a IBS, não era tão caro, minha universidade e minha mãe iriam me ajudar, pesquisei e pensei “ok, vou tentar”. Estou feliz por ter feito isso, pois aprendi muito. Agradeço até hoje por essa oportunidade.

A IBS Americas abriu os meus olhos para viajar. Atualmente tenho amigos de 10 países só por ter participado dos programas da IBS. É muito legal e gratificante ter essa conexão multicultural. Obrigada por isso, IBS!



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Confira a história da nossa aluna Candance M. Mehaffey-Kultgen!

Nascida na Alemanha, Candace M. Mehaffey-Kultgen se mudou para os Estados Unidos ainda jovem, trilhando a sua carreira acadêmica na área de Negócios, Ética e Comportamento Organizacional. Professora Assistente na Fort Hays State University e com 30 anos de experiência, já deu aulas em países como Guatemala, Rússia, Estônia, China, Oriente Médio, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Suécia e Dinamarca.

A paixão de Candace pelo conhecimento e pelas diversas culturas do mundo faz com que ela seja muito mais que uma professora, mas um polo para aqueles que buscam verdadeiramente aprender, “sou velha o suficiente para ter sabedoria e nova o suficiente para saber que ainda preciso aprender mais” diz. Tendo passado a infância em um orfanato e, depois, sido adotada nos Estados Unidos com novas oportunidades de vida, lhe trouxeram um olhar único sobre Negócios e Educação.

Confira essa notável entrevista onde Candace M. Mehaffey-Kultgen conta como está sendo a sua experiência no programa Strategy & Marketing for Emerging Countries na Universidade Paulista, em São Paulo, Brazil, e compartilha detalhes sobre a sua trajetória e sua ideologia profissional!



Você está realizando o curso Strategy & Marketing for Emerging Countries aqui em São Paulo, Brazil. Qual foi a experiência mais marcante que você teve até agora?

Eu adorei todos os professores, eles trouxeram informações novas para a minha vida. Eu dou aula de Negócios em uma Business School nos Estados Unidos, mas não temos muita informação sobre o Brasil. Essa tem sido uma experiência encantadora em aprender como a economia funciona no Brasil e como os negócios reagem à pobreza. Eu amei cada minuto.



Atualmente você é Professora Assistente da Universidade Estadual de Fort Hays, Hays, Kansas. O curso está te proporcionando novas perspectivas no ensino?

Com certeza! Nesse momento nossa universidade não tem informações sobre o que está acontecendo no Brasil. Agora teremos uma perspectiva das economias emergentes na América do Sul. Quando eu voltar para os Estados Unidos, farei uma apresentação para a universidade inteira, para que eles possam entender e incrementar o que estou aprendendo aqui, levando isso para as salas de aula, seja em Business, Liderança, etc. Porque as pessoas sempre querem fazer novos negócios, principalmente para os países emergentes que eles gostariam de ensinar ou investir. Eu também darei palestras para a nossa comunidade. Passarei tudo que estou aprendendo, são coisas que meus alunos e colegas de trabalho não tem ideia sobre.



Você teve a chance de conversar com seus colegas de classe sobre a economia do país deles? Nós temos pessoas do Peru, Colômbia, etc., nas salas de aula. Como foi essa experiência?

Foi fascinante. Na turma nós temos pessoas dos Estados Unidos, Chile, Colômbia, Peru, Brasil e quando estamos conversando em sala de aula, trazendo todas as ideias e as informações culturais, isso faz com que eu tenha um insight além do Brasil, mas também sobre os outros países. Ter essas aulas, saber sobre o país de cada um e talvez viajar até lá, aprendendo individualmente o que comanda o mercado de trabalho, como eles estão trabalhando com a economia social, melhorando a vida das pessoas que moram ali, etc. Conversamos sobre muitas coisas, como por exemplo, a indústria do café. Foi uma experiência fascinante. O conhecimento é tanto! Eu não poderia anotar todas as informações tão rápido.



Houve um choque de realidade quanto às diferenças culturais do seu país e a cultura brasileira?

Acredito que teve uma conscientização. A cultura da grande maioria dos americanos e a cultura dos brasileiros é diferente em vários aspectos, mas não vejo como um conflito, só diferente. Para mim, quando se trata de culturas, não há certo ou errado, somente diferente. Quando eu penso nos termos da cultura brasileira, há diversas características maravilhosas. Áreas que precisam de melhorias no setor de Business, para ajudar os mais pobres em conseguir fazer dinheiro, lhes proporcionando melhores padrões de vida. Eu acho que isso é muito importante. Pelo que aprendi aqui, é algo que os brasileiros estão tentando fazer. Isso se alinha com tudo que eu acredito, mesmo que haja diferenças culturais. Há pessoas no ramo de negócios, professores, etc., que dizem “não nos importamos com os pobres! Os deixem descobrir o que fazer”. Eu não concordo com isso, independente da cultura. Dizer “Oh, eu não sabia disso! E se fizéssemos isso? E se fizéssemos aquilo?”, é pegar diversas culturas e criar algo novo a partir disso. É incrivelmente fabuloso.



Você é uma profissional acadêmica com várias certificações. Praticamente todos os temas dos seus trabalhos envolvem diferenças culturais, tanto no quesito empresarial como social. O que te intriga tanto nesse assunto?

Ah, não quero chorar! Nós precisamos ser os agentes da mudança. Nós sabemos que as pessoas têm seus direitos e devem ter coisas como comida, roupas, educação. Nós sabemos que educação é o que tira as pessoas da pobreza e dá uma chance melhor de vida. Isso significa que cultivar os valores que acreditamos, que vivemos todos os dias, juntando forças, pegando o melhor de cada cultura e desenvolvendo um plano de ação que toque a vida de todos, é importante. É por isso que eu educo. Todo aluno, quando eu vejo a lâmpada ligar, penso que é mais uma para participar do grupo que diz “não”.

O governo não pode fazer isso ou não fará, não sei, não quero entrar em questões políticas, mas para quem é isso? É para vocês, para mim. Se não entendermos as culturas das pessoas que estamos conversando, suas necessidades, suas vontades, não podemos construir nada bom. Se queremos mudanças, temos que entender cada um. Não precisamos dizer “eu te amo”, mas precisamos dizer “eu respeito seu direito de sentir-se como se sente e juntos podemos encontrar um ponto em comum para construir o futuro de todas as pessoas”.

Esse é o motivo por eu ser apaixonada por aquilo que leciono. Eu leciono Negócios, ainda faço consultorias e coisas do gênero, mas o meu objetivo maior é ensinar jovens a serem agentes das mudanças, unindo culturas ao invés de: “não, eu não gosto deles”. Isso não nos leva a nada, a não ser para baixo. Precisamos fazer com que as pessoas cresçam, isso significa trabalharmos juntos. Encontrar um terreno comum. E o terreno comum não é o dinheiro, é quem você é, o que sente, o que quer ver acontecer. É aí que a mudança começa e nos leva ao próximo nível. É o que espero fazer.



Quando você entra em uma sala de aula, qual o seu objetivo final?

Ensinar algo novo, para levarem consigo e usarem em seu trabalho. Não quero usar apenas conhecimento de livros, eu quero que eles vejam como isso se aplica, assim como os professores aqui fazem. Eles trazem a informação para a vida real e abrem espaço para perguntas, como foi na Natura (empresa brasileira que atua no setor de produtos para o rosto, corpo, etc.).

Quando uma pessoa está memorizando, não há conhecimento. Mas quando a pessoa consegue relacionar o que aprende com o que está vivendo, há um entendimento maior. Isso é conhecimento, pois ficará para sempre. Toda turma é uma transferência de conhecimento. Eu dou a eles algo que talvez já saibam, mas pela primeira vez eles associam com a vida prática. Vejo isso aqui no programa. Na Fort Hays University temos professores que não tem essa vivência nos negócios, isso é algo que a IBS Americas agrega e é valioso no mundo acadêmico e profissional.



O que é mais importante: método ou conteúdo?

Acho que os dois. Alguns aprendem com os erros, isso é conteúdo ou método? Eu acho que ambos são necessários. O seu método é baseado no seu conteúdo, o seu conteúdo talvez seja baseado em métodos que foram usados no passado. É uma combinação dos dois. Não tem um sem o outro.



O que você diria para alguém do seu país que está começando a ter o sonho de fazer um curso internacional no Brasil?

Diria: vá! Há muitas oportunidades! Especialmente para os nossos alunos de Business na Hays State University. Eu promoverei o programa e espero que os alunos vejam o valor, talvez investiguem por si só. Ter créditos pelas aulas que você está fazendo no verão, em um lugar tão lindo quanto o Brasil, que tem um maravilhoso e único ambiente de negócios, com diversas oportunidades, porque eles não iriam querer aprender? E minha experiência até agora tem sido tão fabulosa, que eu espero que vocês tenham muito mais alunos, não só da minha universidade.

Quem está lendo o blog, vocês devem participar dos programas da IBS Americas! É maravilhoso! Você aprenderá muito, fará muito dinheiro no futuro, terá conhecimento, créditos na universidade, o que há para não gostar? Venha para cá aprender sobre a cultura e veja qual programa trará mais oportunidades em seu país. Poder vem do conhecimento. Venha para o Brasil!



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Entrevistamos nosso aluno da Pearson College London: Filipe Alves!

Filipe de Souza Alves, 26 anos, está, juntamente com seus familiares, à frente de uma empresa bem-sucedida: a Implantec Health Care Technology®, instituição que presta serviço para diversas áreas da Saúde. Com grande conhecimento em Estratégias de Negócios, é válido dizer que sua vocação vai além do acaso – está no sangue. Nascido em Belo Horizonte e cursando o último ano de Engenharia Civil na Universidade Federal de Minas Gerais, Filipe realizou o nosso programa Contemporary Topics in Business Strategy em janeiro de 2018, na Pearson College London.

Conheça a experiência vivenciada pelo nosso aluno na faculdade britânica, a visão contemporânea sobre Negócios e um pouco de sua história, que é sinônimo de inquietude: a busca por conhecimento é de grande valia em sua vida.




Você realizou o curso Contemporary Topics in Business Strategy, na Pearson College London. Qual foi a experiência mais marcante que você teve lá?

O que mais marcou foi ter o contato com o Business em inglês. Eu já tenho o contato com o inglês acadêmico, mas nada voltado para a área de Business. Não tinha conhecimento do que estava acontecendo na Europa, de como a Gestão Estratégica é vista por lá. Então, foi muito importante obter esse conhecimento, que é feito de uma maneira bem interativa. Os professores são muito bons e os colegas de classe também ajudaram muito no desenvolvimento das aulas.

Estar imerso em um curso e em uma cidade movida a Business foi incrível. Eu sei que não são todas as pessoas que podem ter essa oportunidade, mas eu gostaria que isso fosse mais amplo. Acho que é importante para a formação do ser humano ter esse conhecimento.




Qual foi o aprendizado mais significativo que você obteve com os professores?

Eu tenho um pouco de dificuldade com o que aprendo no quadro e o que realizo na prática do dia a dia. Mas, eles conseguiram viabilizar essa relação de aprendizado e o que fazer na vida real. Uma coisa que eu tinha dificuldade em fazer, por exemplo, era saber como aplicar um PDCA, uma análise SWOT na prática. Isso foi um ganho muito significante.



Qual característica profissional não tinha a sua atenção antes, mas se desenvolveu em você depois do curso?

Analisar de modo amplo uma empresa. Antes eu analisava achando que cada função trabalhava de modo separado, mas depois desse curso eu vejo que todas as pessoas que integram uma empresa são multitarefas. Se as pessoas trabalham de maneira complementar, exercendo a sua função e podendo exercer outras funções, a empresa se completa.



O que fez você perceber que precisava investir em curso executivo internacional?

Nós temos uma empresa familiar. Irei me formar em breve e meus irmãos e eu queremos assumir a empresa. Só que para assumir um negócio, precisamos ter conhecimento, e nada melhor que buscar conhecimento fora do país. Conhecimento aqui no Brasil eu tenho, então quis buscar conhecimento em outra cultura, ver como as coisas funcionavam lá fora, porque querendo ou não é muito diferente o tempo que eles estão vivendo na Europa, com o tempo que estamos vivendo aqui no Brasil.

Por que eu digo isso? Vamos pensar em um exemplo básico: carros. A tecnologia europeia é muito mais avançada quando se compara com a do Brasil. Vamos falar agora da minha área: Engenharia Civil. O que eu aprendo hoje no meu curso é o que era aprendido há 15 anos na Inglaterra. Então, há essa defasagem de 15 anos de estudo. A grade curricular na Europa é bem diferente da grade curricular do Brasil. Lá, você se forma Engenheiro em três anos. Aqui, no Brasil, são cinco anos para você se formar. Qual a diferença? A diferença é que você escolhe a área que você quer atuar desde o início do curso, por isso são três anos. No Brasil é diferente. Você se forma Engenheiro de tudo, se podemos assim dizer: conhecendo um pouco de tudo e não de tudo um pouco.



E você acha que saber um pouco de tudo é pior?

Na minha opinião, voltado para a área de Engenharia, eu acho que é pior. Outra coisa, lá os estudantes têm experiência de campo, nós não temos experiência nenhuma em campo na faculdade. Se tiver um tijolo, areia e cimento, não consigo construir nada. É muito teórico. Na minha universidade, nós somos Engenheiros de Concepção, para pensar sobre o que será feito. Eu concordo em partes. Acho que deve existir um pouco de conhecimento de concepção e um pouco de conhecimento prático, porque nem tudo que é teórico funciona na prática. Há muitos fatores que estão limitados. Então, já dá para perceber a diferença do ensino que é praticado aqui e na Europa.



Estudar sempre foi algo importante para você ou surgiu conforme o tempo?

São poucas as áreas que eu tenho prazer em estudar. Na parte de Business, Gestão etc., eu estudo sozinho porque é uma coisa que eu gosto. A cada quinze dias, tenho aula com um professor, que é tipo um mentor para mim. Ele faz um encontro com vários estudantes para aprendermos casos de Harvard, MBA, coisas assim. Analisamos tomadas de decisões em diversas empresas e em diferentes áreas, assim, consigo adquirir um pouco de conhecimento, tanto para a vida, quanto para o negócio. Eu gosto disso.



Por que você escolheu a IBS Americas?

Eu pesquisei muito antes de escolher. Sou muito de pesquisar. Então, quis saber quem era a IBS Americas: o que vocês fazem, como são os cursos, etc. O contato inicial surgiu graças ao Prof. Ricardo, pois ele tem uma comunicação com a minha Universidade e recebi em meu e-mail um aviso sobre os cursos que estavam sendo oferecidos pela IBS. Refleti sobre isso em casa e decidi mandar o meu currículo para ver se ia ser aceito no processo de bolsas de estudos. Eu já estava procurando algo para desenvolver uma parte que não tinha desenvolvido ainda, que é a área de Business. Então, estava procurando algo diferente de um intercâmbio convencional. Foi um processo de pesquisa e custo-benefício. Eu não chego de cara e escolho sem pensar ou pesquisar. E valeu muito a pena!


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