5 dicas para quem vai viajar ao exterior pela primeira vez

Sempre que saímos da nossa zona de conforto sentimos medo e insegurança. Mas, às vezes, alcançar um objetivo, um sonho, é justamente isso. Conhecer lugares novos e culturas diferentes é uma experiência única para cada um. Se esse é o seu objetivo, saiba que o processo é burocrático e você pode se perder.
Por isso, separamos aqui, cinco dicas para tornar a sua viagem mais prática. Confira!



1. Passaporte, visto e vacinas

Esse primeiro passo pode ser cansativo, mas é melhor realizar isso antes e depois cuidar das exigências mais simples. O passaporte e visto é praticamente obrigatório em todos os destinos internacionais, apenas alguns países da América do Sul exigem somente o visto (veja a lista de países que solicitam ou não o visto para brasileiros aqui). Então, não deixe de providenciar esses documentos – quanto mais rápido melhor. Caso você já possua um passaporte e ele está perto de vencer, consulte as regras do país de destino sobre a renovação e validade do documento.

É essencial pesquisar se entre as fronteiras do seu destino é obrigatória alguma vacina. Informações como a lista completa de vacinas e retirada do Certificado Internacional de Vacinação (CIVP), estão disponíveis no site da Anvisa. Cuide da sua saúde! A realização de um seguro viagem internacional pode ser uma boa opção.



2. Organização

Organização é imprescindível em uma viagem, principalmente internacional. Uma dica muito bacana é fazer um diário de viagem, anotando por data os endereços dos hotéis (ou hotel) que você vai ficar, lugares que você pretende visitar e o translato necessário para esses destinos. Por segurança, deixe essas informações com alguém de confiança em seu país de origem.

Pesquise sobre o seu destino. Leia bastante sobre os locais que você pretende visitar, lugares que são perigosos, onde é mais caro e as últimas notícias que andam circulando na mídia. Esteja de cabeça aberta para novas experiências e amizades, assim como frustrações, pois você vai estar sozinho(a) e precisará lidar com imprevistos.



3. Comunicação

Se prepare para perder a vergonha, ou pelo menos tentar. A partir do momento que você está sozinho(a) em um país diferente, a necessidade de se comunicar com as pessoas é inevitável. A tecnologia pode te auxiliar muito, existem aplicativos de tradução, assim como para locomoção. Mas, não vá dependendo apenas do seu smartphone, tenha essas informações em papel, como já dissemos na dica anterior. Imprima mapas e ande com um dicionário do idioma local.

Para utilizar o seu númerode celular no exterior, você deve contatar a sua operadora e questionar sobre a habilitação do serviço de roaming internacional. Esse serviço costuma ser cobrado, então vai de você decidir se vale ou não a pena adquiri-lo, assim como comprar um SIM CARD nas operadoras locais do seu destino. Há algumas operadoras (MySimTravel, EasySim4U, Fale.Global etc.) que vendem chips pré-pagos internacionais, com o funcionamento em diversos países.

Se você não quer gastar dinheiro com isso, pode utilizar a rede Wi-Fi dos hotéis, restaurantes e bares locais, realizando ligações por aplicativos como Skype e WhatsApp. Porém, não é a opção mais segura. Se acontecer algum imprevisto você não conseguirá entrar em contato com ninguém.



4. Dinheiro

Defina o objetivo da viagem (compras, turismo, estudo etc.) e faça uma lista somando todos os gastos previstos: alimentação, transporte, hotel. Não esqueça de reservar uma quantia extra pra possíveis emergências, tudo isso realizando o cálculo de conversão de uma moeda para outra. Procure comprar a moeda do seu destino em seu país de origem, assim você terá uma coisa a menos para resolver na sua viagem.

Se você precisar trocar notas de grande valor, faça isso em lugares seguros, comércios grandes ou hotéis. Isso evita o recebimento de notas falsas. Outra dica bacana é dividir o seu dinheiro. Leve uma quantia em espécie e outra em cartão (válido em seu país de destino), desta maneira, em casos de furtos ou roubos você não estará totalmente sem dinheiro.



5. Bagagem

As regras para voos internacionais são diferentes dos voos nacionais, inclusive para as bagagens de mão e malas que serão despachadas. Atente-se para não exceder o limite permitido no volume de sua bagagem e ser barrado no check-in. A quantidade permitida varia entre as companhias aéreas (consulte também os objetos que não são permitidos nos voos internacionais, como remédios, líquidos, alimentos etc). Verifique essa informação com antecedência para levar só necessário em sua viagem, evitando carregar muito peso sem necessidade, ainda mais para viagens longas.
Pesquise a meteorologia do seu destino nas datas da viagem, levando as roupas adequadas (sem esquecer aquele casaco de frio). Para não ter aquela confusão no momento de retirar a sua bagagem (e para mais segurança), procure trancá-la com um cadeado, lacre, capa e até mesmo o serviço de embalagem que os aeroportos oferecem podem ser uma boa opção. Identifique a sua mala com uma fita colorida, por exemplo, e uma etiqueta contendo as suas principais informações como telefone, e-mail e endereço.
Em sua bagagem de mão, leve o essencial: documentos, dinheiro, celular, reservas do hotel e coisas de valor. Por precaução, algumas roupas. Há um risco pequeno da sua mala ser extraviada, mas mantenha a calma, a companhia aérea deve te auxiliar. Lembre-se: imprevistos irão acontecer.


A IBS Americas possui uma equipe que está comprometida em auxiliar nossos alunos nas possíveis dúvidas que possam surgir antes, durante e depois do programa. Você pode conferir todos os nossos cursos executivos e destinos aqui.



Para receber informações sobre os nossos cursos executivos no exterior, mande um e-mail para blog@ibs-americas.com.

Curiosidades sobre California State University – Northridge

A California State University – Northridge, está localizada em uma das regiões que é o centro de grandes avanços tecnológicos e locais turísticos reconhecidos mundialmente. Dada a representatividade da Califórnia no mercado financeiro, se fosse um país, seria a 5ª maior economia do mundo, com um PIB de US$ 2,7 bilhões de dólares, ultrapassando o Reino Unido.

Desde 1952, CSUN vem conquistando grandes méritos e se tornando sinônimo em educação de ponta. Pensando nisso, resolvemos destacar algumas curiosidades sobre nossa universidade parceira. Confira abaixo!



1. A quantidade de programas que a universidade oferece é imensa, juntamente com a qualificação do corpo docente

CSUN possui 134 cursos de Bacharelado e 70 cursos diferenciados de Mestrado. Oito membros do corpo docente conseguiram o respeitado Guggenheim Fellowships, para pesquisas e atividades criativas; e 59 conquistaram o prêmio Fulbright, para ensinar no exterior. Com certeza, a experiência de estudar com esses professores é incrível.



2.
Provavelmente você já viu CSUN no cinema

A universidade possui uma arquitetura muito moderna e está localizada a 30 minutos de Hollywood, fazendo com que o campus seja palco de produções cinematográficas e televisivas. Como, por exemplo, American Idol, Arrested Development, Chuck, Dexter, My Name Is Earl, CSI: Crime Scene Investigation, Criminal Minds, Comandante em Chefe, Van Wilder, Six Feet Under, Battlestar Galactica, Legalmente Loira 2 e muito mais!



3. Ex-alunos notáveis que se formaram na California State University, Northridge

Muitas pessoas que você nem imagina se formaram na universidade mais popular da Califórnia (Helen Hunt, Alyson Hannigan, Linda Lingle etc.), confira algumas personalidades:



4. CSUN investe avidamente em questões sociais no âmbito educacional

A universidade abriga o Centro Nacional de Surdez, que desde 1972 apoia os alunos com deficiência auditiva do campus e atua como um local de orientação acadêmica. Ao disponibilizar intérpretes de linguagem de sinais e equipamentos tecnológicos, o local se torna referência – em 2008, aproximadamente 200 alunos surdos foram atendidos. A CSUN também sedia anualmente a Conferência Internacional sobre Tecnologia e Pessoas com Deficiência.

Para receber informações sobre os nossos cursos executivos no exterior, como destinos, valores, conteúdo programático, etc., mande um e-mail para blog@ibs-americas.com!

Principais dúvidas sobre os cursos da IBS Americas

Você tem dúvidas sobre os nossos programas e os critérios necessários para obter a Bolsa de Estudo? Pensando nisso, resolvemos responder de uma forma clara e objetiva os principais questionamentos que surgem diariamente aqui, na IBS Americas.

A sua dúvida pode estar abaixo, confira!



1. Como fazer a escolha correta do meu programa?

Em nosso site você pode analisar detalhadamente todos os cursos que oferecemos. Como o número de programas que coordenamos é grande, se torna compreensível que você fique em dúvida ao escolher o curso mais adequado para a sua carreira. Por isso, você pode consultar a nossa equipe ou solicitar atendimento com um Professor Coordenador da IBS Americas.

Para agendar um horário, entre em contato conosco através do e-mail info@ibs-americas.com ou ligue (11) 3262-2782.



2. O que preciso fazer para solicitar a bolsa de estudo?

É necessária a solicitação do formulário de bolsa (Application Form), onde você irá informar: curso de interesse, dados pessoais, profissionais e acadêmicos. Em seguida, a IBS Americas entrará em contato para agendar uma entrevista via Skype ou telefone, com o Diretor Acadêmico do programa, que analisará o seu formulário e perfil, visando à máxima aderência ao programa escolhido. O próximo passo é aguardar um retorno via e-mail informando se a bolsa foi aprovada.



3. Posso me candidatar para mais de um curso? E solicitar duas bolsas de estudo?

Não. Recomendamos que você escolha o programa que mais se adeque ao seu perfil e interesse. Caso você não tenha certeza, consulte nossa equipe.



4. Como efetivar a minha matrícula?

Após o recebimento do contrato, para que a matrícula seja efetivada pela universidade, é imprescindível o pagamento da primeira parcela e das demais, conforme apresentado no contrato. A não efetivação dos pagamentos cancelará sua matrícula.

  • O curso pode ser parcelado em até 16x, desde que não apresente pendências financeiras em até 45 dias antes da realização do programa.
  • Não é possível deixar pagamentos em aberto para quitação posterior.
  • A cotação da moeda estrangeira no contrato será a turismo-venda do dia da emissão do contrato.
  • Antes do início do programa, é verificado se houve flutuação nas taxas de emissão de câmbio para acerto da diferença cambial.
  • No pagamento à vista, a IBS Americas oferece quitação completa do valor do programa sem aplicação da vairação cambial.



5. A IBS Americas auxilia na preparação da viagem, como: passaporte/visto, passagem, hospedagem etc.?

Sim. Nós fornecemos todas as informações necessárias para que a experiência seja da melhor maneira possível. Desde como tirar o passaporte; obter o visto; reservar a acomodação com tarifas especiais (lembrando que há programas onde o aluno pode se hospedar na própria universidade); agências de turismo para aquisição da passagem aérea etc.

Nossas ações preparatórias começam 6 meses antes da viagem. Além disso, organizamos encontros preparatórios online, nos quais os Coordenadores da turma fornecem informações importantes, respondendo dúvidas ao vivo. O primeiro encontro ocorre cinco meses antes da viagem e o segundo encontro, um mês antes.



6. Preciso ser fluente em inglês?

Não. Para realizar os nossos cursos é necessário que o aluno possua fluência na língua inglesa de nível intermediário para avançado, pois as aulas são ministradas em inglês sem tradução, e o curso conta com apresentações, discussões de casos e outras atividades práticas que exigem proficiência no idioma.

Já para realizar o nosso curso Business English, o aluno precisa ter pelo menos, proficiência em nível básico.



7. A IBS Americas exige a realização de GRE, GMAT, TOEFL etc.?

Não. Como nossos cursos executivos são de curta duração, não há a exigência dos certificados internacionais mencionados acima. Caso você já tenha alguma certificação comprobatória de fluência em língua inglesa, pode enviar para a IBS Americas que a coordenação irá verificar a possibilidade da isenção do teste de inglês realizado pela escola.



8. Não terminei a faculdade. Posso participar dos programas?

Sim! Porém, no momento da viagem o aluno deve estar cursando a partir do 5° semestre de um curso superior – a universidade internacional requer o envio do comprovante de matrícula e histórico escolar.




A sua dúvida não foi respondida aqui? Então, mande um e-mail para info@ibs-americas.com, e receba também mais informações sobre os nossos cursos executivos internacionais.

Entrevistamos nossa aluna da State University of New York: Andrea Pereira García!

Com 14 anos de experiência na área Administrativa e 11 anos na área Financeira e Contábil, Andrea Pereira Garcia, de 46 anos, ocupa atualmente um cargo na Presidência da República Oriental do Uruguai e conta sobre a vivência que teve em State University of New York – New Paltz, sendo a sua primeira viagem internacional.

Demonstrando sua ótica humana e social ao abordar o tema Finanças, Andrea fala o que espera para o futuro da área que atua no país e fornece detalhes de sua trajetória profissional e pessoal. Determinação e resiliência fez com que ela atravessasse 120 km da sua cidade no interior do país (Nueva Helvecia, Colônia), até a capital Montevidéu, para estudar e trabalhar, alcançando hoje uma posição que é objetivo de muitos. Quer saber como? Confira abaixo a entrevista completa:


Você realizou o curso Corporate Financial Management na State University of New York – New Paltz. Qual aprendizado obtido neste programa teve maior influência em sua carreira profissional?

O maior aprendizado que tive foi uma espécie de “ruptura mental”, sobre o modo de fazer as coisas e como comunicá-las, profissionalmente falando. Eu nunca tinha saído do país, então quando cheguei aos Estados Unidos a necessidade de abrir minha mente e tentar me comunicar em outro idioma foi o aprendizado mais difícil que enfrentei. Depois de cruzar essa barreira, aquela fronteira mental, percebi que o nível profissional ali tinha um campo de ação muito amplo e desafios além do que eu conhecia em meu próprio país.

Foi um curso acelerado, mentalmente falando. Eu tive uma direção muito intensa no setor bancário, no mercado de ações como um todo. Adquiri uma visão real em Manhattan, onde visitamos empresas locais e isso me mostrou algo que eu não sabia, era muito mais do que eu praticava no Uruguai. Naquela época, tive uma ótima reflexão sobre o que estava fazendo no Uruguai e o que você poderia fazer depois do curso.


Qual foi a experiência mais marcante para a sua vida pessoal que você teve em SUNY?

O calor humano dos professores foi o maior prazer que trouxe comigo. Ainda tenho contato com o Professor Edward Lane e estou orientando minha carreira profissional com seu conselho. O Professor Phillip James me ajudou muito a melhorar o inglês, ele foi muito gentil, me dando informações que eu precisava desenvolver melhor no curso. Houve uma troca de conhecimentos muito agradável e fluida que marcou um antes e um depois, tanto na parte humana quanto na profissional.


Quando você pensa sobre a sua trajetória profissional, qual atitude foi essencial para você chegar onde está hoje?

Minha vida pessoal nunca foi fácil. A educação no Uruguai é de fácil acesso, mas eu nasci em uma cidade no interior do país, sendo que as universidades estão centralizadas na capital. Portanto, quando você não tem os meios, o esforço econômico que você deve fazer para chegar à capital e recorrer a esses estudos é bastante importante. Determinação e resiliência foram atitudes essenciais.

Determinação porque tive que deixar minha cidade de 14.000 habitantes (na época eu trabalhava em uma padaria) e me mudar para a capital, longe da minha família para trabalhar em uma indústria têxtil para cobrir minhas despesas diárias. Resiliência para me adaptar a situações adversas que se apresentavam vivendo em uma cidade diferente da minha. Tenho trabalhado para o Governo há onze anos na área de Finanças e Contabilidade e vejo que ambas as qualidades me ajudaram a alcançar a posição em que estou hoje.


Qual foi a maior dificuldade que você teve que enfrentar em sua carreira?

Há duas coisas que me marcaram: um teste para ingressar no escritório do Governo, no qual eu competi com 350 candidatos. Foi um processo bastante difícil, pois a prova abordava assuntos como projetos financeiros internacionais, algo que as universidades não se aprofundam além dos livros. A realidade é bem diferente. A segunda acho que foi deixar o país pela primeira vez com a IBS Americas, encarar o medo. Se você não o enfrenta, acaba se tornando uma barreira em sua vida que você pode não superar.


Você sempre gostou de estudar?

Sim, eu sempre gostei de ler! Academicamente falando, eu sempre fui uma pessoa que se destacava na escola. O único inconveniente mesmo era ter que me locomover 120 Km da minha cidade natal para a capital, mas não me arrependo porque consegui o que estava procurando.


Alguém te inspirou? Ou ajudou nesse processo para continuar estudando e não desistir?

Tive autores muito importantes, como Miguel Alonso Puig, Robbins Tony, Warren Buffet, Robert Kiyosaki, que me ajudaram a mudar minha maneira de ver as coisas e dar um próximo passo em minha vida.


Falamos da dificuldade. E qual foi a maior conquista?

Essa é uma boa pergunta. Eu acho que além de um título, construir contatos, redes humanas, o que chamamos de “Networking”, ter pessoas ao redor que em algum momento podem te ajudar a crescer, e que você também de algum modo deu algo em troca, eu acho que isso vale mais que um livro.


Com essa experiência internacional, qual é a sua visão do futuro da área de Administração e Finanças das Microempresas? Quando você pensa daqui 50 anos, como vai ser?

Essa é uma pergunta que eu sempre me questionei quanto entrei na universidade; o Microfinanciamento, isto é, o financiamento orientado para as microempresas. Me parece que deveria ter uma prioridade muito mais importante do que há atualmente. Eu acho que antes de chegar à universidade, os estudantes devem aprender os princípios fundamentais da educação financeira e ter clareza sobre quais organizações e quais ferramentas eles têm em seu país para realizar uma empresa. Uma vez que muitos estudantes são forçados a ter um emprego enquanto estudam, o gerenciamento efetivo de sua renda determina sua liberdade financeira. É por isso que acredito que deve haver administração e finanças pessoais como assunto nas escolas públicas e nas escolas secundárias para aqueles que não entram na universidade e querem desenvolver um empreendimento.

Hoje, estou na AJE (Associação de Jovens Empreendedores – Uruguai) e quando chegam pela primeira vez, todos fazem a mesma pergunta: “Como posso ter acesso a financiamento para realizar meu projeto?”. Embora existam algumas organizações, o empreendedor ainda está um pouco “perdido” no universo das instituições que o concedem. Acho que deveria haver mais acesso a informações desse tipo. Se empreendimentos comerciais ou idéias, que representam uma parte do produto interno bruto (PIB) do país, não têm um bom acesso à informação, uma estrutura educacional para desenvolver microempresas, não estamos dando a devida importância que isso merece. Há uma economia tradicional e hoje, com a tecnologia e com o aumento de geradores de novas ideias de negócio, os jovens querem fazer algo mais. Acredito que o microfinanciamento deve ter um lugar de importância na área educacional.

Eu tenho um projeto ambiental e é por isso que estou na AJE (Associação Nacional de Jovens Empresários). Na universidade realizei um projeto de pesquisa sobre quais características em comum têm os empreendedores no Uruguai. Com isso, procuramos saber que qualidades comuns um empreendedor possui e que outras não possuem ou não desenvolvem. Além disso, pessoalmente, em minha preocupação com o meio ambiente, estou iniciando uma ideia de negócio, mas está no estágio de viabilidade, isto é, se é possível ou não que seja lucrativo e que funcione em nosso país. Então, quando me fazem essa pergunta, respondo por minha própria experiência: que o microfinanciamento deveria ter um foco maior de estudo dentro das universidades; e antes de chegar a ele, é necessário mais treinamento e maior incentivo das agências estatais como privadas.


O que você diria para o estudante que está começando agora nesse ramo?

Sempre tenha a preocupação de buscar mais informações do que te fornecem, você tem que ter essa preocupação em ser autodidata, usando a tecnologia como uma ferramenta, uma aliada. Hoje existem cursos profissionais on-line, gratuitos, o acesso para aprender outro idioma também é maior. Seja curioso, não deixe de ter curiosidade e utilizar a tecnologia.



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Entenda a importância de um curso executivo em New York

Com a competitividade atual do mercado de trabalho, uma experiência internacional representa um diferencial decisivo na carreira. Se em algum momento você pensou em fazer um curso internacional e deixou esse objetivo de lado, talvez seja a hora de priorizar esse investimento.

Atualmente um título de graduação, pós-graduação etc, não significa promoção imediata. É preciso correr atrás. Traçar um plano coeso e pesquisar o melhor caminho para que a sua meta se torne realidade.
E se você cogita New York como destino do seu curso executivo internacional, saiba que a escolha não poderia ser melhor. Abaixo vamos dizer o por quê. Confira!

Credibilidade profissional

As organizações buscam profissionais com ideias inovadoras, que não tenham medo de enfrentar desafios e investir em novas experiências. A atitude de estudar fora do seu paíse de origem representa essas qualidades.

Você terá uma visão global em sua área de atuação profissional. Na IBS Americas, a parceria existente com a State University of New York fará com que o seu diploma seja emitido pela própria universidade, ou seja, você terá uma formação com validade global, o que poderá abrir muitas portas em sua carreira.

As universidades do país são de destaque Mundial

O destino do seu programa é de grande importância. Então, escolha um local com reconhecimento mundial no âmbito educacional. Os Estados Unidos contam com a maior quantidade de universidades listadas entre as 200 melhoresdo mundoem rankings internacionais.

Recentemente, 23 campi da State University of New York foram nomeados pela US News & World Report como as melhores faculdades do país. O destaque que você terá com uma universidade dessas em seu currículo é certo.

A fluência em outro idioma

O contato direto com outra cultura e principalmente, com outro idioma, possibilita de forma ávida a prática na fluência. Ainda mais em New York, cidade multicultural e com tantas atividades ao longo do dia. Você terá uma imersão total na língua inglesa.

Saber se comunicar em inglês é um pré-requisito no mercado de trabalho e com esse contato direto, você irá aprender bem mais rápido que qualquer curso de inglês no Brasil.

E para quem já domina esse idioma, nossos cursos em New York oferecem um módulo gratuito e opcional do curso Inglês para Negócios, onde você irá aprender expressões técnicas utilizadas no contexto empresarial.

Lugares incríveis para visitar aos finais de semana

Não vai faltar lugares para você visitar nos finais de semana do seu curso! A cidade é rica em atividades, abrigando mais de 2 mil instituições culturais e 500 galerias de arte. O Metropolitan Museum of Art (MET) e Museum of Modern Art (MoMA) merecem ser conhecidas!

Para quem gosta de compras, cidades nas redondezas de New York City apresentam outlets de eletrônicos e roupas por um valor muito acessível.

Os musicais da Broadway são responsáveis por atrair grande quantidade de turistas. Pessoas do mundo inteiro sonham em assistir peças como “O Fantasma da Ópera”, “O Rei Leão”, “Cats” e muitas outras!

Não podemos deixar de mencionar as paisagens e monumentos característicos dos filmes, séries e vídeos que você sempre viu, como a Times Square, Estátua da Liberdade, Central Park etc. Você terá a oportunidade de conhecê-los de perto!


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Business Strategy & Marketing Management: confira a entrevista de nossa aluna!

Jamile Feitosa da Cunha, 28, reside na cidade de São Paulo e exerce um cargo de Liderança no Bradesco. Nossa aluna pela terceira vez, realizou o programa Business Strategy & Marketing Management na CUOA Business School em janeiro deste ano.
Confira um pouco sobre a sua experiência internacional, seu olhar sobre o futuro da profissão e um conselho para aqueles que pretendem ingressar na área!

Você realizou o curso Business Strategy & Marketing Management em CUOA. Foi o seu primeiro curso fora do país?

Não. Foi o terceiro! Eu já realizei dois programas com a IBS Americas, o curso Leading & Coaching the Human Organization e Strategic Thinking. Foi uma experiência incrível pela troca cultural que a IBS proporciona nesses programas. Todas as minhas experiências foram maravilhosas, mas cada uma tem sua particularidade.
Por mais que a gente identifique em outras culturas alguns aspectos que são totalmente divergentes, existem outros totalmente convergentes quando a gente fala de sentimento, da saudade, então sempre nos conectamos muito com as pessoas. Aquela curiosidade boa que surge em conhecer um pouco a história do outro. Os programas de curta duração me permitiram, no período em que participei, me auto conhecer.

Qual foi o grande diferencial dessa viagem?

Em CUOA eu tive uma oportunidade mais latente em vivenciar uma troca intercultural. Os dois primeiros programas foram nos EUA e embora houvesse estudantes internacionais na minha turma, em CUOA isso foi mais especial. Temos o fator de que a Europa é muito próxima dos países ao redor e acaba sendo mais fácil a locomoção. Isso permite uma experiência muito mais aprofundada. O próprio programa da IBS oferece uma visita à Suíça, então você acaba lidando com diferentes idiomas: o curso é em inglês, fora da escola italiano, aí você vai para a Suíça e falam francês. Isso para mim foi o fator mais importante e mais relevante desta última experiência. Despertou ainda mais minha motivação em aprender outros idiomas.
A preparação muitas vezes não requer competência, ela requer disposição. Quando você tem disposição, a competência você adquire pelo esforço. Pela primeira vez eu compartilhei o meu quarto com uma aluna que não era brasileira, me permiti ter esse desafio e ela se tornou uma grande amiga do Egito. Gostávamos dos mesmos filmes, os mesmos estilos de música! Entendi um pouco mais sobre a globalização que vivemos. Ao mesmo tempo que o mundo é grande, ele acabou se tornando menor.

Jamile no Coliseu, também conhecido como Anfiteatro Flaviano, localizado no centro da cidade de Roma, capital da Itália

Me conte um pouco sobre a sua trajetória profissional. Foi difícil chegar onde você está hoje?

Foi! Tudo é um desafio. Nada vem de graça e tudo se conquista. O meu primeiro emprego foi como aprendiz na Sabesp. Ingressei na área Engenharia de manutenção. Por dois anos eu tive a oportunidade de aprender sobre técnicas administrativas e engenharia, já que eu trabalhava diretamente com engenheiros civis, elétricos e mecânicos de lá. Eu trabalhava de segunda a quinta, às sextas feiras eu tinha um curso gratuito no SENAI como agente administrativo e de noite fazia o colegial regular na escola. Desde o início eu sempre fui muito desafiadora.

Dois anos depois saí da Sabesp e fui chamada pela Fundação Bradesco. Fui contratada como temporária no departamento de Tecnologia Educacional que tem uma área chamada “escola virtual” e até hoje esse site está disponível, oferecendo cursos e-learning . Tive a oportunidade de lidar com uma comunidade carente, comecei cuidando dos cursos da Intel Corporation em parceria com a Bradesco. Eles disponibilizavam monitores nessas comunidades para dar cursos sobre Excel, Word, pacote Office básico e sistemas operacionais. Foi a minha primeira experiência com a licenciatura. Foi maravilhoso! Fiquei lá por um ano e neste período fui chamada para fazer um curso técnico em informática. No término desse curso é permitido tentar ingressar em uma área de TI no Banco como Trainee. Fiz o processo seletivo e passei. Fiquei lá por 9 anos, trabalhando como Analista de Sistemas. Nesses tempo muita coisa aconteceu! Fui adquirindo experiência e fui promovida a Júnior, a Pleno e quando eu estava em um estágio de Senioridade, um ano atrás, recebi um convite para mudar de área.

Hoje eu componho o time do DCPS, que é o Departamento de Produtos do Banco. Fui convidada a abrir uma área que não existia até então. Atualmente estou estruturando junto com um time o escritório de Projetos, onde eu lidero essa equipe. E meu desafio é construir não apenas uma equipe, um departamento, mas principalmente desenvolver pessoas. Acho que a coisa mais nobre de ser líder, não é a posição hierárquica e nem o prestígio que isso te dá, mas sim a oportunidade de fazer a diferença na vida das pessoas. Saber que as suas decisões impactam diretamente a vida de alguém. Ser líder exige muita cautela, percepção e discernimento. Estar sempre atento aos detalhes. E uma coisa que eu acho que ajuda muito é quando se faz isso com naturalidade. Quando está dentro de você esse amor pelas pessoas, esse respeito. Eu acredito que a liderança tem que partir pelo exemplo. Você está ali para ensinar, aperfeiçoar pessoas.

Jamile na Fontana di Trevi.

Com toda bagagem que você carrega, qual a visão que você tem sobre o futuro da sua profissão?

Acredito que a minha área hoje está em potencial crescimento e que vai fazer muita diferença na melhoria da eficiência operacional dentro do Banco. O meu maior motivador e propósito em fazer tudo isso é simplesmente devolver à sociedade produtos e serviços bancários melhores.
O mercado está mudando e vai trazer inovações. A minha área hoje é uma área estratégica e propulsora a esse tipo de inovação. Eu lido com projetos e projetos são o futuro. Temos que pensar muito além da questão corporativa, mas também em âmbito da sociedade. Ao mesmo tempo em que eu lidero, eu ensino, e isso enriquece tanto a mim quanto a eles. Eu me preocupo em gerar sucessores.

O que você diria para o profissional que está começando como Analista de Sistemas?

Eu falaria assim: “Seja curioso!”. Aprenda tudo que você puder. Um Analista de Sistemas tem que estar sempre se atualizando, não existe aquela coisa arcaica de “fiz a minha faculdade, fiz meu MBA e tá bom”. Todo momento somos bombardeados por novas tendências, novos sistemas e aplicativos. Então, tem que estar sempre se atualizando. É importante essa curiosidade, ela desperta o aprendizado. A área de TI permite essas descobertas que revolucionam o mundo. Veja o Facebook, o Google, Netflix. Todas essas grandes empresas que vemos hoje nasceram de um estudante que simplesmente percebeu algo que ninguém ainda havia percebido que dava para fazer.
Eu acho que a área de TI exige muita disciplina e tem um viés empreendedor, por que ao mesmo tempo que você precisa se aperfeiçoar, você tem a oportunidade de criar sistemas que revolucionam a sociedade. O meu conselho seria esse: seja curioso, estude. Em tudo que você fizer, dê o seu melhor.

O que fez você escolher a IBS Americas?

Olha, foi muito interessante! O primeiro contato que eu tive com a IBS foi através do site da faculdade FIAP, onde eu cursava o meu MBA em Gestão de Tecnologia. Um dia, através dessa mudança que surgiu em mim sobre começar a planejar o meu futuro, decidi fazer um intercâmbio internacional. Descobri a IBS, me informei sobre os cursos, achei interessante e liguei para saber mais sobre a proposta. A IBS oferece bolsa de estudos em parceria com a faculdade, o que me ajudou muito. Com a cara e a coragem, me inscrevi para um programa de intercâmbio. Isso foi um grande salto na minha vida. Foi extremamente enriquecedor, uma experiência tão maravilhosa que eu voltei duas vezes!

Em termos de networking a IBS me ajudou muito. A maioria dos alunos tem alguma vivência no mundo corporativo e isso permite um debate muito enriquecedor. Você começa a entender um pouco como outras empresas funcionam, como você está se posicionando. Para quem trabalha no meio corporativo, isso tem muito valor.


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Por que fazer o meu curso internacional na Itália?

A escolha do destino ao realizar um curso internacional é muito importante e cheia de hesitações, envolvendo pesquisas, depoimentos, orçamento, cultura, influência econômica etc. Grandes pontos são colocados em xeque quando uma decisão tão significativa precisa ser feita.
Vamos mencionar abaixo pontos que merecem destaque para você, que está inclinado a escolher a Europa como destino do seu curso executivo internacional.


A Itália pode ser um verdadeiro museu ao ar livre

O país abriga tantas obras histórias que foi denominada pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), o país com maior número de lugares considerados Patrimônio Mundial. Isso não é para menos; nas arquiteturas é possível visualizar os conflitos do Império Romano e sentir a época do Renascimento. Criações como o Coliseu, Panteão, Fórum Romano, Capela Sistina, estátua de David De Michelangelo e tantas outras obras significantes, trazem a sensação de estar voltando no tempo.


A economia do país encontra-se em boas estatísticas

Neste ano, a União Europeia e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), disponibilizaram dois relatórios que apresentam um cenário positivo para a economia da Itália este ano, 2018. A estimativa é de alta no Produto Interno Bruto (PIB), assim como em toda a zona do euro. De acordo com os dados, a economia cresceu 1,5% neste ano, contra 1,3% da estimativa divulgada em novembro do ano passado.

A tradição que a Itália carrega proporciona uma educação exemplar

A CUOA Business School, escola de negócios mais antiga de toda a Itália, completou 60 anos de existência em 2017.

A instituição já contou com personalidades significantes, como Mario Draghi (banqueiro e economista italiano, foi governador do Banco da Itália de 2006 a 2011, sendo o atual presidente do Banco Central Europeu), Sergio Marchionne (empresário ítalo-canadense que atualmente é o diretor executivo da Fiat Chrysler Automobiles; presidente da CNH Industrial e diretor executivo da Ferrari) e Brunello Cucinelli (conceituado designer de moda).

O presidente da escola, Federico Visentin, falou sobre essa conquista a um jornal local (VicenzaPiù): “Estes 60 anos são um marco importante e único na cena da Escola de Negócios na Itália, mas também é um ponto de partida. CUOA é cada vez mais uma “incubadora” de ideias. As empresas do futuro exigirão um treinamento gerencial cada vez mais qualificado para responder à transformação interna dos mercados e gerenciar o negócio com consciência. Hoje também condicionado por novas tecnologias e uma velocidade de mudança e uma fluidez cada vez mais significativa, nossa escola está empenhada em responder a essa necessidade”.


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